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Peça de origem inglesa, ‘Billdog’ chega a Juiz de Fora

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Gustavo Rodrigues, sozinho, dá vida a 38 personagens para contar a história de um mercenário que precisa se livrar de um bandido misterioso (Foto: Divulgação)
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Depois de rodar mundo em uma longa temporada, chega a Juiz de Fora, nesta quarta-feira (14), a versão brasileira da peça teatral “Billdog”, estrelada pelo ator carioca Gustavo Rodrigues. Em cena, ele ainda conta com a participação do músico Tauã de Lorena, que garante o ambiente misterioso que o texto proporciona. A apresentação única vai acontecer no Sensorial, a partir das 20h, de maneira gratuita. Logo em seguida, tem ainda a palestra “A concepção do espetáculo Billdog e o panorama no mercado da economia criativa”. A entrada é gratuita e o ingresso pode ser retirado no link. A peça conta com tradução simultânea em libras.

A sinopse que define o texto é: “Uma comédia que parece um filme de ação”. No palco, as artes se misturam, assim como os gêneros, para dar vida à “Billdog”, peça que mais parece um filme noir. Gustavo, sozinho, dá vida a 38 personagens para contar a história de um mercenário londrino que precisa se livrar de um bandido misterioso. Esse anti-herói ainda conhece um mafioso italiano que o remete à figura do pai que não teve. Ele, no entanto, morre, o que aumenta sua vontade de se vingar.

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Por causa dessa narrativa, ação e comédia têm espaço na mesma proporção, além de vários momentos de suspense. Tudo isso satiriza filmes que marcaram a história do cinema, dando esse caráter de peça-filme.

“Billdog”, na verdade, foi estreado em 2009, no Festival de Edimburgo e, rapidamente, se tornou sucesso em Londres. Joe Bone, autor e ator da versão inglesa, foi quem dirigiu a brasileira. Ele passou uma temporada no Brasil ensaiando junto com Gustavo e o também diretor da peça brasileira, Guilherme Leme. Essa versão, inclusive, já passou por diversos países e ganhou temporadas brasileiras. Agora, retorna aos teatros depois de uma pausa.

Durante a tarde, das 15h às 18h30, o ator e o músico ainda vão ministrar, gratuitamente, a oficina “Som da cena”, em que eles propõem explorar corpo e voz para, a partir disso, descobrir novas formas de contar histórias. Para ajudar na dinâmica, eles solicitam que os inscritos levem um objeto que produza qualquer tipo de som (preferencialmente reciclável), e um texto curto ou pequena história para a dinâmica. Para se inscrever, basta preencher o formulário do link.

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