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Governo de Minas libera R$ 5 mi para Museu ainda em setembro

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Os tão esperados R$ 5 milhões prometidos pelo Governo de Minas, desde abril deste ano, para a revitalização do Museu Mariano Procópio vão ser liberados ainda em setembro, conforme garantiu à Tribuna, na tarde de ontem, a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras. O valor será repassado através de convênio com a Prefeitura de Juiz de Fora, que entrará com contrapartida de R$ 500 mil. A secretária informou que o montante será direcionado para a revitalização da Villa Ferreira Lage, e as obras devem começar em dezembro.

"Optamos por focar na Villa, pois ela se encontra em estágio mais adiantado. Então, aplicaremos recursos para finalizá-la e reabri-la. Em seguida, vamos concentrar para terminar o outro prédio. A gestão da obra é da Prefeitura, que está com tudo preparado e com os projetos finalizados. O Governo de Minas está participando de um núcleo gestor que busca viabilizar os trabalhos, acompanhá-los e encontrar outras fontes com vistas à conclusão de toda a reforma e reabertura do museu."

O montante liberado para a instituição juiz-forana é só uma parte dos R$ 417 milhões que serão destinados a ações em Minas Gerais: construção de salas de concerto, arenas multiuso, reforma e restauração de museus, igrejas e esculturas religiosas, modernização do Palácio das Artes, capacitação profissional, requalificação de espaços públicos, implantação da Escola de Design da Uemg (Prédio Ipsemg na Praça da Liberdade), compra de instrumentos, equipamentos e mobiliário, implantação de museografia (Rota Lund) e do Prédio Verde Cena (Centro de Ensaios Abertos).

O parque foi fechado em setembro de 2006, tendo um terço reaberto no segundo semestre de 2008. Neste mesmo ano, em janeiro, o prédio do Museu Mariano Procópio também foi trancado por apresentar trincas e fissuras. Devido a vazamento de água em vários cômodos e queda de estuques, após forte chuva, a Villa Ferreira Lage teve suas portas cerradas em março de 2008. Desde janeiro de 1983, os vários problemas de infraestrutura se arrastavam a olhos vistos. As atividades chegaram a ser paralisadas, também, por falta de funcionários.

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