Ícone do site Tribuna de Minas

Os mineiros em Juiz de Fora

BETO GUEDES DIVULGACAOdestacada
PUBLICIDADE

Nesta quinta-feira (11), o Terrazzo recebe os shows dos mineiros Flávio Venturini, Lô Borges e Beto Guedes, celebrando, ainda, os 50 anos de Clube da Esquina. A casa abre a partir das 19h. O primeiro show está previsto para acontecer às 20h.

O primeiro a se apresentar é Flávio Venturini. Foi no Clube da Esquina que o mineiro de Belo Horizonte ganhou destaque, nos anos 1970. Em 1974, passou a participar do grupo O Terço, como tecladista, a partir de indicação do Milton Nascimento. A banda se mantinha sob influência do rock progressivo e, com a entrada de Venturini, sobretudo com o lançamento do disco “Criaturas da noite”, passam a beber também do rock rural. No grupo, o músico se manteve até 1976. E, em 1979, montou o grupo 14 Bis, enumerando uma série de sucessos, assim como em sua carreira solo, lançada tempos depois. Entre suas canções mais ouvidas, estão “Todo azul do mar”, “Linda juventude” e “Planeta sonho”. No show desta quinta, promete esses clássicos, bem como as novidades.

PUBLICIDADE

Já em seguida, é Lô Borges quem se apresenta. Um dos nomes responsáveis pelo Clube da Esquina, o artista assina, junto com Milton Nascimento, as principais músicas do movimento: “Clube da esquina” e “Para Lennon e McCartney”. Ainda menor de idade, Milton o chamou para morar no Rio de Janeiro e produzir um álbum juntos, surgindo o primeiro disco dos jovens mineiros. Logo em seguida, ele ganha um disco solo, graças às suas canções “O trem azul”, “Tudo que você podia ser” e “Um girassol da cor do seu cabelo”, formando o seu primeiro disco, conhecido como “do tênis”. Logo em seguida, lançou “A via-láctea”, com mais clássicos, como “Vento de maio”. Sua carreira ganhou nova configuração com a parceira com o Samuel Rosa, na música “Dois rios”, em 2003. É essa trajetória que Lô Borges apresenta nesta quinta.

Para fechar a noite, chega Beto Guedes, também nome importante do Clube da Esquina. Mas foi em carreira solo que ele ganhou destaque. Seu primeiro disco, o “A página do relâmpago elétrico”, traz “Nascente”, inclusive uma canção de Flávio Venturini. Mas é em “Amor de índio” que Beto Guedes ganhou ainda mais força, com a canção homônima, além de “Feira moderna” e “O medo de amar é o medo de ser livre”. Em seguida, surge “Sol de primavera”, outro sucesso do músico. Seu show também vai passar por suas principais canções nesses anos dedicados à música.

Sair da versão mobile