O encantamento com a ilha começou ao sair do avião: o calor é gostoso como um abraço. Garantia de férias ensolaradas! Adorei, pois sempre fui super pé de chuva. Passei 20 dias no Maranhão e pude conhecer um pouco mais da dinâmica de São Luís. Durante o dia, o centro histórico, também chamado Reviver, é para se comprar souvenirs (em sua maioria, os típicos azulejos pintados à mão), roupas feitas de algodão cru e o doce em espécie (um tipo de cocada em palitinhos). Museus, casarões antigos e a Fonte das Pedras, onde, como reza a lenda, mora uma serpente gigante. À noite, a Jamaica brasileira surge regada a tiquira (bebida artesanal alcoólica, feita da mandioca). O mais diferente foi saber que reggae também se dança a dois e é bem parecido com o forró.
Na carroceria de um caminhão, me aventurei no caminho para os Lençóis. A vegetação é uma aula de geografia ao ar livre, ao vivo e em cores. E que cores! É uma beleza sem explicação: no meio de um mar de areia, lagos imensos de água de chuva, água azul e cristalina. Como é possível?
Com toda essa beleza, só mesmo beiju (tapioca) e um bom Guaraná Jesus para acompanhar!
