Juiz de Fora é uma cidade cultural: seja na música, literatura, arte ou cinema, há opções para quem quer aproveitar. Muitas dessas atividades culturais funcionam de forma gratuita e são abertas para o público geral, e contam com uma programação o ano inteiro para quem quer participar. Por isso, vale pegar o calendário e se ligar nos principais rolês, que podem ser ótimas formas de conhecer novas pessoas, descobrir locais diferentes e ter mais qualidade de vida na cidade.
Curtir as Quintas Musicais no Mercado Municipal
Escutar música ao vivo de qualidade é um dos melhores rolês culturais possíveis de Juiz de Fora, e as Quintas Musicais no Mercado Municipal mostram justamente isso. Com uma pausa na programação, o espaço voltou trazendo uma atração toda semana e colocando sempre nomes prestigiados da música da cidade para apresentações bem próximas do público.
Além das saídas na quinta-feira serem uma tradição em Juiz de Fora, essa atividade ainda permite que os visitantes tenham uma desculpa para visitar com mais frequência o próprio Mercado, que está recém-reformado, o que já conta quase como um item extra para esta lista.
Participar de cineclubes
Chega de ficar em casa e dar play nos mesmos filmes do streaming: vale a pena acompanhar os cineclubes da cidade para conhecer obras audiovisuais fora do circuito comercial e debater sobre elas. Essa experiência ajuda a expandir o repertório cultural e garante uma experiência digna de cinema, sem deixar que ninguém pause o filme a cada 15 minutos.
Em Juiz de Fora, há pelo menos duas boas opções para quem quer participar de uma experiência como essa, em diferentes formatos: o Cineclube Movimento, com sessões quinzenais no Museu de Arte Murilo Mendes, e o Cineclube Lumière, que promove minicursos de forma on-line.
Acompanhar um clube de leitura
Acompanhar clubes de leitura pode ser uma ótima forma de retomar o hábito de ler livros e também conhecer novas pessoas. E o bom é que há opções para diferentes gostos e disponibilidades.
Esse ano, por exemplo, o Clube de Leitura do Círculo de Poemas chegou a Juiz de Fora com a condução da escritora Laura Assis e do jornalista Mauro Morais, e funciona na Autoria Casa de Cultura toda última quinta-feira do mês. Além disso, também há o Leia Mulheres Juiz de Fora, que acontece na Planet Music e já tem data marcada para abril, e ainda o Clube do Livro ZN, que também tem encontros mensais na biblioteca da Praça Ceu.
Fazer um tour pela história de Juiz de Fora
Ser turista na própria cidade não é nada fácil: é preciso desautomatizar o olhar do dia a dia e ter aquela curiosidade que se tem quando visita um lugar novo pela primeira vez. Mas é possível fazer isso — principalmente com a ajuda de quem sabe fazer a gente enxergar elementos nunca antes percebidos.
O projeto “Caminhando pela história”, da Prefeitura de Juiz de Fora, leva juiz-foranos para conhecer lugares da cidade com guias que se aprofundam sobre a história de cada local. Entre os lugares já visitados pelo projeto (que costuma ter datas divulgadas mensalmente nas redes sociais da Prefeitura), está o Centro de Preservação da Memória Negra, o Cine-Theatro Central e o Instituto Cândido Tostes.
Aproveitar uma aula coletiva de yoga
Fazer exercício físico ao ar livre também pode ser uma forma de aproveitar a cidade de um jeito diferente. As aulas coletivas de yoga costumam reunir um grupo de pessoas dispostas a curtir a manhã com bastante endorfina e relaxamento.
Ambientes como o Parque Municipal e o Jardim Botânico são bons cenários para isso. Depois das aulas, também vale passear por essas áreas verdes e se perder pelos caminhos que cada ambiente verde oferece.
Engajar-se em slams e saraus
Há vários slams e saraus acontecendo em Juiz de Fora para o público que quer se engajar com a poesia falada. Esses eventos acontecem em diferentes bairros da cidade, e em cada um deles é possível conhecer artistas diferentes que expressam sua visão de mundo.
A Confraria dos Poetas organiza eventos mensais abertos para a população e divulga toda essa programação nas redes sociais. Também vale ficar de olho nos projetos do Alto Falante, que realiza oficinas culturais e promove eventos de slam e sarau.

