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João Vitor Lopes estreia com o disco ‘Vem pra cá’

“Vem pra cá” marca um começo. De acordo com João Vitor Lopes, a ideia é continuar gravando e divulgando seu trabalho, seja em forma de singles ou, mais para frente, um outro disco (Foto: Divulgação)
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Desde criança, João Vitor Lopes, agora com 18 anos, mantém um contato íntimo com os instrumentos. Aos 3 anos, as aulas de musicalização foram a principal porta de entrada nesse mundo. Depois disso, os instrumentos foram surgindo mais especificamente; a começar com o piano, logo depois o violão e, então, a guitarra e o baixo. Foi natural que nesse processo a voz fosse sendo descoberta, assim como a composição. E é mais natural ainda que, nesse contato aprofundado, surja a vontade de gravar um disco e revelar esse interior. Um pouco disso é registrado em seu disco de estreia, o “Vem pra cá”, que ganhou as plataformas digitais no último sábado (5).

Por maior que seja o contato com a música, é preciso descobrir quem é você nessa enxurrada de gêneros e informações. Entender isso foi essencial para que João Vitor pensasse em “Vem pra cá”. É, também, o retrato de uma mudança de observação no pós-isolamento. Neste momento, ele passou a olhar para aquilo que o rodeava de maneira detalhada. As inspirações facilmente foram chegando. “Chegava em casa, pegava o violão e ficava no meu quarto por cerca de 30 minutos a uma hora compondo. Primeiro a melodia, depois a letra. E assim, uma música surgia como resultado.”

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É ele quem assina as composições de todas as faixas, e também os arranjos e todos os instrumentos. “As músicas em si abordam questões relacionadas ao amor, nas suas mais diferentes expressões e abstrações. Sinto que essa é uma inspiração recorrente, fruto de uma energia que identifico em mim e busco colocar em forma de melodia. As músicas vieram muito pela intuição, pela via do “coração que pensa”. Tentando colocar em palavras… em um dado momento, um pensamento surgia, uma ideia fluía, um sentimento brotava, os dedos tocavam e a boca expressava.” Para que saísse da forma como imaginou, contou com o apoio do produtor Som Vivo nas gravações.

O que sai em “Vem pra cá” é apenas uma parte do seu trabalho. João Vitor ainda tem diversas composições guardadas, esperando o momento certo e ideal para colocá-los no mundo. Ele ainda comemora a facilidade das redes sociais, que permitem compartilhar tanto os discos quanto as músicas com pessoas de diferentes lugares, tocando seus ouvintes fazendo aquilo que ele chama de grande paixão: a música.

“Vem pra cá” marca um começo. A ideia, de acordo com ele, é continuar gravando e divulgando seu trabalho, seja em forma de singles ou, mais para frente, um outro disco. Garante, ainda, que os shows estão por vir. “A música sempre trouxe muito sentido para a minha vida e espero que de algum modo, também possa fazer sentido e tocar na alma das outras pessoas”, finaliza.

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