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E agora, José?

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Cia. Teatral Fazendo Arte é uma das atrações da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança
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Cia. Teatral Fazendo Arte é uma das atrações da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

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O Natal e o Réveillon já passaram, e nem mais um sinal das festas de confraternização. E agora, José? O que resta de diversão para quem vai curtir o recesso de janeiro em casa? Se a tão sonhada viagem ficou para a próxima, a dica é aproveitar as mostras e os filmes em cartaz na cidade. A tradicional temporada da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, realizada pela Associação de Produtores de Artes Cênicas de Juiz de Fora (Apac), começa na próxima sexta-feira, trazendo, além de espetáculos, cenas curtas, oficina, fórum de artes cênicas e exposições. Também é hora de os baixinhos participarem das colônias de férias. No Museu de Arte Murilo Mendes (Mamm) e no Sesc, as datas já estão fechadas.

Na maratona teatral, há atrações tanto para espectadores já crescidos quanto para os pequenos. Estes últimos poderão se esbaldar com “#Brincadeiras”, “O flautista misterioso e os ratos de Hemelin”, “Joãozinho e Maria” e “Contos de arrepiar”. Para se ter uma ideia mais ampla do que vai rolar por lá, a lista de comédia traz, entre outras, as conhecidas “Lugar de mulher”, “Velório à brasileira”, “O filho da mãe”,  “Tropa de elite da guarda municipal de Juiz de Fora” e “Mineiros on the beach”. Aos que preferem o drama, será a vez de rever “Casa dos espelhos” e “Estação dos passageiros invisíveis”. “Sete minutos” e “Perdida! Electra num mundo de palhaços” também voltam a ser reapresentadas. “No dia 9, às 18h, sairemos em cortejo pelo Calçadão da Rua Halfeld em direção ao Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, com a presença de todos os artistas caracterizados com seus figurinos/propostas cênicas, acompanhados por uma fanfarra. Vamos anunciar à cidade que a campanha está começando. Durante o trajeto, acontecerá uma performance de dança contemporânea dos bailarinos Paulo Silva e Sylvia Renhe, da Cia. de dança Inércia Zero”, avisa Cristiano Fernandes, presidente da Apac.

Quem estiver pensando em inscrever o filhote na Colônia de Férias do Mamm, por lá rolará brincadeiras e oficinas com artistas convidados e passeios culturais. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, através de formulário disponível no site do museu, entre 11 e 12 deste mês. No Sesc, as atividades acontecem de 19 e 30 janeiro e são voltadas para crianças de 5 a 12 anos.

Férias com arte

Prestes a completar dez anos de inauguração, o Mamm segue até março com três exposições à disposição do público. A primeira delas, “O papel e o poeta”, rende uma justa homenagem ao anfitrião da casa. O recorte apresenta livros de interesse do autor de “A idade do serrote”, como “Dom Quixote” e “Os Lusíadas”, anotações e grifos feitos por ele, originais de gravuras de Francis Picabia, peça figurativa de Athos Bulcão, trabalhos de Victor Vasarely, Nobuya Abe, Nicola Carrino, Pasquale Santoro e Shu Takahashi, colagens de Alberto Magnelli e ilustrações de Candido Portinari para poemas de Murilo. “O Mamm foi construído e formatado em função da coleção de Murilo Mendes, e o curioso desse acervo é que a maioria das obras tem o papel como suporte, o que nos fez dá início a essa leitura colocando o papel em destaque”, comenta o curador Afonso Rodrigues.

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Em outra galeria, as atenções se voltam para “Poemóbiles/caixa preta”, formada por livros-objetos produzidos em parceria pelo brasileiro Augusto de Campos e o artista plástico espanhol Julio Plaza. A raridade das obras, disputadíssimas por colecionadores, é motivo suficiente para a visita. Em “Poemóbiles”, o escritor concretista e o artista multimídia apresentam vocábulos escritos em estruturas geométricas e orgânicas. Na tentativa de fugir do formato tradicional do livro, a dupla também ousou na criação dos “objetospoemas” de “Caixa Preta”. É impossível ainda deixar de apreciar “Olhares imersos”, de Humberto Nicoline. Com patrocínio da Lei Murilo Mendes e curadoria de Nina Mello, o fotógrafo revela registros de suas andanças por ruas brasileiras e estrangeiras.

Na Galeria Antônio Parreiras, 57 telas confeccionadas em pintura, desenho, pastel, aquarela, técnica mista, textura e escultura compõem a exposição “Grupo Antônio Parreiras”. Realizada em comemoração aos 80 anos da instituição, ela traz não só trabalhos de mestres e discípulos que frequentaram a Abbap em 2014, como peças de nove fundadores: César Turatti, Wanda Turatti, Américo Rodrigues, Carlos Gonçalves, Ângelo Bigi, Sílvio Aragão, Marcus de Paula e Armando de Lima. “Procuramos demonstrar, nesta coletiva, a ligação do presente com o remoto ano de sua fundação (1934)”, afirma o presidente Lucas Marques do Amaral.

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Prorrogada até 25 de janeiro, “Simetria e permanência: a arte na fotografia de Alfredo Ferreira Lage” reúne, no saguão da Reitoria da UFJF, 25 imagens capturadas pelo fundador do Museu Mariano Procópio na primeira década do século XX. Para se despedir do Natal, vale conferir a 26ª Mostra de Presépios, exposta no Forum da Cultura até 9 de janeiro.

Três mulheres que sonham em se casar descobrem que estão namorando o mesmo homem. Elas ficam divididas sobre lutar por ele ou unirem-se numa vingança. Essa é a história de “Loucas pra casar”, filme estrelado por Ingrid Guimarães, Tatá Werneck, Suzana Pires e Márcio Garcia. Dirigido por Roberto Santucci, de “De pernas por ar”, o filme chegou aos cinemas de Juiz de Fora com a promessa de trazer um humor um pouco mais afinado que o habitual. Outra opção de estreia é “Uma noite no museu 3 – O segredo da tumba”. Também dentro do gênero comédia, a produção traz as peripécias de um segurança que precisa ir a Londres para tentar salvar personagens históricos do museu em que trabalha. Com direção de Shawn Levy, e um elenco composto por Robin Williams, Owen Wilson e Ben Kingsley. A programação continua com “Os pinguins de Madagascar”, de Simon J. Smith; “Êxodo: Deuses e Reis”, de Riddley Scott; “O Hobbit – A batalha dos cinco exércitos”, de Peter Jackson; “Operação Big Hero”, de Don Hall; e “Os caras de pau em o misterioso roubo do anel”, dirigido por Felipe Joffily.

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