Grupo de música instrumental, formado em Belo Horizonte em 2007, o Dibigode vem ganhando crescente reconhecimento do público e da mídia brasileira. "Estar dibigode é estar de bobeira, positivo, tranquilo e sem preocupações", resume o baixista Antônio. "É assim que o Dibigode constrói as suas complexas proposições sonoras, marcadas pela característica arrebatadora de melodias e intensidade dos solos", arremata o baterista Tiago, que conta ainda com Vicente (guitarra/gaita), Gabriel (guitarra/teclado/ pandeiro) e Guilherme (sax/flauta/clarineta/teclado/ percussão) para dar voz à experimentação sonora da banda cuja proposta é convergir diversas formas artísticas no palco.
Essa união, refletida sobretudo na dicotomia imagem e palavra, poderá ser conferida no Café Muzik hoje, a partir das 21h. No sábado, os músicos voltam a se apresentar na cidade, durante o Festival Sem Paredes, na Concha Acústica da UFJF. Dibigode, como salienta Vicente, é a gíria interna escolhida por um grupo de amigos para denominar o direcionamento musical de suas composições. A trupe, que deu início a sua jornada de shows em 2009, promete não passar em vão por aqui, onde pretendem revelar os ingredientes de uma mistura "inflamável".
DIBIGODE
Hoje, às 21h
Muzik
(Rua Espírito Santo 1.081)
Sábado, a partir das 15h
Concha Acústica
(Campus da UFJF)
