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Renascimento do patrimônio

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A partir de hoje, a Estação Mariano Procópio (Rua Mariano Procópio s/n) voltará a ser ponto de partida para grandes viagens. Protegido pelo patrimônio municipal, o imóvel, restaurado recentemente, passa a abrigar o Centro Cultural Dnar Rocha (CCDR), em homenagem ao poeta das imagens mineiras, que viveu a maior parte de seus 74 anos em Juiz de Fora. O espaço, que ocupa três prédios da estação desativada, será inaugurado às 9h30 e terá cursos de arte e profissionalizantes, voltados para crianças, adolescentes e jovens inscritos no Programa Gente em Primeiro Lugar, que atende cerca de seis mil usuários em 52 bairros da cidade. Atendendo também aos inscritos no Programa Poupança Jovem, o CCDR foi criado por meio de parceria da PJF com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo de Minas. O gerenciamento de todo o equipamento cultural está a cargo da Funalfa, enquanto o cadastro e encaminhamento dos interessados será feito pela Secretaria de Assistência Social.

No imóvel principal do centro, funcionará a Estação Digital, destinada à formação e ao aperfeiçoamento tecnológico e artístico, oferecendo cursos em edição e tratamento de imagens, criação de jogos, edição de som e vídeo, composição e criação de imagens e composição e criação de exposições e museus virtuais. Já o segundo prédio, chamado de Passagem Cultural, abrigará o Centro Vocacional Tecnológico (CVT) e terá foco na cadeia produtiva da cultura, com ações interligadas às da Estação Digital. O segundo piso será destinado ao primeiro núcleo da Escola de Música Brasileira, onde haverá aulas de canto e de diversos instrumentos. Na terceira e maior área do CCDR, será instalado o Armazém de Ritmos, com salas que poderão ser convertidas em auditórios para 250 pessoas. O local será cenário de atividades de percussão, capoeira, teatro e modalidades de dança, que vão do balé clássico à dança contemporânea.

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Para o prefeito Custódio Mattos, a inauguração do CCDR é uma grande conquista, não apenas pela recuperação de um patrimônio histórico, mas também pela possibilidade de oferecer atividades de arte e tecnologia a crianças e adolescentes, além de ser uma chance de homenagear Dnar Rocha, que, por sua sensibilidade e talento, marcou a história das artes plásticas da nossa cidade.

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