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Mistura musical entre Rio e JF

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Está lá para quem quiser ver. Cris Carcará, Lumière, Colorado, Martiataka, Strip Club, Expanded Noise, McTelim, Aquilantes e Tuc Tuc. O que eles têm em comum? Além de tocar rock, todos os citados acima já passaram pelo festival Epinéfricos, uma festa em rede conectando bandas a diferentes palcos do Brasil. Hoje, a quinta edição do evento compartilha mais uma vez a cena independente da música brasileira no Café Muzik, onde os grupos – selecionados entre 300 inscritos pelo site Toque no Brasil – Mykonos Flame (RJ) e Ferrovelho (local) apresentam autorais e releituras de sucessos nacionais e internacionais, contando com a discotecagem da DJ Claire nos intervalos.

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Mykonos Flame surgiu como um projeto solo em 2010 e, sem perder a essência freak folk, adquiriu uma roupagem rock, sintonizando-se a nomes contemporâneos como Arcade Fire, Akron/Family, entre outras bandas indies grandiloquentes, diz, por e-mail, o vocalista Kao Johnny. Ainda adolescente, me enveredei pelo folk e, por fim, quando morava na Holanda, descobriu o ukelele e a música produzida na terra de seus ancestrais, conta o músico, responsável ainda pelo banjo da trupe formada também por Daniel Schmidt (backing vocal, guitarra e piano), Daniel Falcão (bateria e backing vocal), André Falcão (guitarra), Danilo Moura (baixo e baixolão) e Alex Little Roach (trompete).

EPINÉFRICOS

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Hoje, às 22h

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Muzik

(Rua Espírito Santo 1.081)

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