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Sated volta atrás e dispensa DRT para artistas da cidade

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A classe local ligada às artes cênicas reuniu-se novamente na última quarta para debater o tema da profissionalização. O fórum aconteceu na Casa de Cultura da UFJF e contou com a presença de 18 pessoas, entre elas, o advogado Abdalla Curi, que levou mais informações sobre a questão. Curi analisou também a proposta enviada por Trajano Amaral, representante do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de Minas Gerais (Sated/MG) em Juiz de Fora e membro da diretoria em Belo Horizonte. Abdalla Curi considerou o projeto ilegal, já que o Sated pretendia dividir a classe local em duas categorias: amadores e profissionais, conta a atriz Sandra Emília, representante titular das artes cênicas no Concult. De acordo com ela, o advogado considerou que o Sated não possui respaldo legal para obrigar os artistas a adquirir o registro profissional, tampouco para fiscalizar os espetáculos.

Ao final da reunião, segundo Sandra Emília, Trajano pediu a palavra e afirmou que, após conversar com a diretora do sindicato, Magdalena Rodrigues, decidiu tornar nula todas as informações emitidas pelo Sated até agora. Podemos continuar atuando normalmente, como sempre fizemos, explica Sandra, acrescentando que pediu ao representante do sindicato que envie uma carta oficial aos artistas da cidade. O próximo fórum acontecerá em janeiro e terá como pauta principal os espaços de encenação juiz-foranos.

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