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Sete décadas de samba

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Samba-enredo da extinta escola Unidos dos Passos, Exaltação ao Rio São Francisco rendeu o campeonato da agremiação e atenção da cantora Elza Soares, que resolveu gravar a música dois anos após o desfile, em 1979, no disco Senhora da terra. Assinada por Waltinho, João Leonel e Zezé do Pandeiro, o samba é um dos muitos sucessos do intérprete que carrega um instrumento no nome e a história do carnaval de Juiz de Fora em sua história. Para comemorar sete décadas de vida, Zezé do Pandeiro organiza hoje um encontro entre mestres-salas, porta-bandeiras, intérpretes e baterias das escolas de samba locais. Na passarela, nós disputamos, mas no dia a dia somos todos irmãos, comenta, dizendo que a renda obtida com a venda de ingressos para o evento será convertida em doação ao amigo Flavinho da Juventude, que enfrenta diversos problemas de saúde. Preparando-se para entrar na avenida representando no gogó as agremiações Feliz Lembrança, do Grupo B, e Turunas do Riachuelo, do Grupo A (No passado elas foram rivais, e, hoje, tenho a responsabilidade de uni-las pela minha voz, diz), Zezé do Pandeiro ainda se orgulha da cena carnavalesca da cidade e espera um futuro glorioso, como foi o passado que ajudou a escrever: Precisamos resgatar o nosso carnaval, e isso só será feito com a renovação.

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Zezé do Pandeiro: 70 anos de vitórias, hoje, a partir das 12h, na quadra da escola de samba Turunas do Riachuelo (Rua Farmacêutico Vespasiano Pinto Vieira 50 – Centro)

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