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‘Temos que compreender o movimento da cidade’

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 O grito não ficou entalado na garganta. A apuração ainda não havia sido encerrada quando a professora Margarida Salomão (PT) foi recebida com ovações calorosas tão logo chegou ao comitê, às 18h35. Os brados de "É ela! É ela! É Margarida" foram altos, como se estivessem comemorando uma vitória. A realidade representada pelos 42,84% dos votos válidos conquistados por Margarida nesse segundo turno – 122.684 votos no total e 15.035 a menos do que no pleito de 2008 – era evidenciada, porém, nos rostos sérios, vincados, tristes. E nas lágrimas. O grito, como o choro, foi de dor. Mas também foi de aclamação. Leia matéria na íntegra em Eleições 2012 – Voto & Cidadania.
 

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