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Igreja planta mais de mil mudas nas margens do rio

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Jovens iniciaram plantio de árvores neste sábado
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Jovens iniciaram plantio de árvores neste sábado

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 Em alguns meses, as margens do Paraibuna devem ganhar um visual diferente, mais colorido e com sombra fresca dentro de alguns anos. Isso porque nesta sábado (29) foram plantadas mais de 1.400 mudas de árvores e plantas ornamentais e frutíferas, espécies nativas da Mata Atlântica. O plantio foi realizado hoje pela manhã, na região do Manoel Honório, na região Leste, em uma ação de conscientização ambiental promovida pela 1ª Igreja Batista de Juiz de Fora (PIB-JF), com apoio da Cesama, da Agenda JF e da ONG Organização Socioambiental Popular Ambiental e Social (Osap’s). Além do plantio, a PIB ficará responsável pela manutenção do local onde foram plantadas os espécimes.

A ação, segundo o pastor presidente da PIB-JF, Aloísio Penido, faz parte de um projeto de integração com a comunidade com foco na consciência ambiental. Além do plantio, foi realizada a distribuição de panfletos informativos sobre o tema e o comércio deve ser visitado por membros da igreja e repassarão orientações sobre o cuidado na preservação do meio ambiente. "Esse trabalho é um dos marcos dos 84 anos da igreja na cidade e para nós é o ano do meio-ambiente. Queremos dar o exemplo para toda a sociedade quanto à preservação da vegetação e das fontes de água", diz o pastor. Os fiéis que ficarão responsável pelo cuidado da margem replantada serão treinados pelo Departamento de Meio Ambiente da igreja.

As mudas escolhidas incluem 70 espécies diferentes de flores, ipês de todas as cores, madeira de lei como a sibipiruna, frutíferas como as pitangueiras e até as pouco conhecidas uvaia e nim. A uvaia produz um fruto rico em vitaminas A e C. "O suco é uma delícia", comenta o engenheiro florestal da Agenda JF Sérgio Portes, responsável pela orientação na escolha das espécies. Já a nim, conta, é uma planta que teria a capacidade de afugentar insetos, como pernilongos. "Vamos plantar e acompanhar sua evolução para avaliar se ela realmente tem esta capacidade". A expectativa do engenheiro é de que em cinco anos as árvores mais frondosas já comecem a produzir sombra e refrescar as margens do rio.

 

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