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Moradores da Paula Lima pedem poda de árvore

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As rachaduras nas calçadas, ocasionadas pelas raízes, já estão atingindo o piso das casas.
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As rachaduras nas calçadas, ocasionadas pelas raízes, já estão atingindo o piso das casas.

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Três árvores da espécie magnólia têm causado transtornos a moradores da Rua Paula Lima, no Centro. As rachaduras nas calçadas, ocasionadas pelas raízes, já estão atingindo o piso das casas. Outra reclamação é que a falta de podas regulares pode estar contribuindo para aumentar os problemas. Como o período é de chuvas, a vizinhança teme que as espécies, que têm mais de 50 anos, caiam e provoquem algum acidente.

"Desde 2005, quando comprei um imóvel na rua, tenho solicitado a poda. Hoje alugo o ponto, e o inquilino já me avisou que irá entregá-lo por conta dos danos causados pela árvore", conta a advogada Mariana Couto Guerra, que mantém um escritório na mesma via.

A aposentada Márcia Martins da Costa ressalta que, em 2009, chegou a ficar sete dias sem energia e telefone em função dos atritos entre os galhos e os fios da rede elétrica. "Houve uma chuva muito forte e, com o vento, um galho quebrou e atingiu os fios. Com as tempestades deste ano, tenho receio que problemas semelhantes aconteçam novamente."

"Sempre que chove, temos pique de energia, e isso prejudica o nosso trabalho, pois temos que desligar os computadores para não termos mais prejuízos. O documento da vistoria feita pela Defesa Civil, em outubro deste ano, indica que a árvore seja cortada. Pedimos soluções há mais de dez anos", comenta Mariana.

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A engenheira florestal e supervisora de arborização urbana da Agenda-JF, Ana Maria Brandão Mendes, destaca que o órgão já realizou vistoria no local e encaminhou a ordem de serviço para a Empav. "Os problemas no interior das casas não têm relação com as árvores.O relatório da Defesa Civil apontou que elas não têm comprometido a estrutura. As árvores estão sadias e válidas para a arborização de vias públicas."

Já a assessoria de comunicação da Secretaria de Obras, que também responde pela Empav, informou que o corte da árvore em frente ao número 79 é o primeiro da lista da programação, mas ainda não pode ser feito em função da demanda proveniente das chuvas. A pasta espera amenizar os atendimentos de urgência para retornar à rotina.

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Na Zona Sul

O temor pela queda de árvores também afeta outras regiões da cidade. Na Rua Albina Sampaio, no Bairro Cidade Jardim, Zona Sul, moradores estão pedindo a poda urgente. Eles têm receio de que os galhos caiam na via e causem transtornos. Segundo uma moradora que preferiu não se identificar, espécies de ruas próximas foram cortadas, mas as da Albina Sampaio não teriam sido incluídas na rota do trabalho da Empav.

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