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Bicicletário ou paraciclo?

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Após a iniciativa da PJF de instalar pontos de estacionamento para bicicletas em praças da cidade, a forma como foram denominados esses locais levou um leitor da Tribuna a afirmar que o termo bicicletário, adotado pela Settra, estava errado. O certo, segundo ele, é paraciclo. O jornal recorreu ao Manual de Planejamento Cicloviário, elaborado pelo Ministério dos Transportes na década de 1970 e atualizado em 2001, e confirmou a versão do leitor.

Segundo o documento, paraciclo é caracterizado como estacionamento de curta ou média duração, com menor número de vagas (até 25), para uso público e sem qualquer controle de acesso. Já o bicicletário, além de permitir o maior tempo de duração do estacionamento, oferece maior número de vagas, com controle de acesso, podendo ser público ou privado. Alguns podem conter vestiários e bombas de ar comprimido para encher os pneus. O manual relata que a utilização do termo bicicletário de forma incorreta dificultou no desenvolvimento de políticas públicas em todo o país. Um encontro técnico foi realizado em 2000 na cidade de Brasília (DF) para diferenciar os termos. Em Juiz de Fora, um novo paraciclo com dez vagas foi instalado ontem na Praça Alfredo Lage, no Manoel Honório, região Leste. Na semana que vem, a PJF instalará mais um na Praça Agassis, no Mariano Procópio.

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