Com autorização da Defesa Civil, funcionários e proprietários das lojas destruídas pelo fogo tiveram até as 18h de ontem para vasculhar os escombros em busca de materiais que pudessem ser recuperados. Por volta das 16h, Vicente Januário, empregado da Casa Pipa, estava desolado com o que via. "Queríamos achar documentos para facilitar os trâmites burocráticos, mas está tudo queimado." Com um pouco mais de sorte, o funcionário da Casa do Frango, Marcílio Batista, conseguiu encontrar alguns documentos, com ajuda de uma colega. "Estamos aqui desde as 8h, e ainda queremos encontrar mais papéis."
