O Ministério Público (MP) solicitou à Polícia Civil novas diligências no caso de uma suposta corrupção passiva praticada por um tenente-coronel da Polícia Militar. Denúncia apontava que o oficial estaria cobrando R$ 2 mil de empresários, principalmente donos de posto de combustíveis, para a instalação de pontos de registros de ocorrência.
O inquérito havia sido relatado no início de fevereiro, e o delegado Rodolfo Rolli, titular da 3ª Delegacia, concluiu que a denúncia não era verdadeira. De acordo com Rolli, o Ministério Público agora pediu que novas testemunhas fossem ouvidas. Segundo ele, este é um procedimento normal nas apurações, que podem retornar para a polícia após análise do MP.
No fim de março, um procedimento administrativo da Polícia Militar, aberto para apurar o mesmo fato, foi arquivado por conta da inexistência de indícios da transgressão disciplinar e de crime. A apuração comprovou ainda a “total improcedência” da denúncia. A Tribuna fez contato com o comando da 4ª Região de Polícia Militar sobre as novas diligências solicitadas pelo MP e aguarda posicionamento da corporação.
