A Associação de Moradores do Granbery entregou ontem representação à Promotoria de Meio Ambiente, questionando o corte de árvores feito pelo Instituto Metodista Granbery, no dia 23 de fevereiro, em um terreno entre as ruas Julieta Andrada e Santos Dumont. Na ocasião, o estabelecimento, que é proprietário do imóvel, foi multado em R$ 1.685 pela 4ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito. Os moradores questionam a atuação da Agenda-JF, que teria emitido parecer técnico e entregue a responsabilidade do caso à polícia, sem que uma investigação rigorosa tenha sido realizada. Moradores reivindicam, ainda, que sejam verificadas as três podas drásticas não autorizadas feitas pelo Granbery, além da queda de outra árvore, que teria sido decepada em um corte mal feito.
Conforme o superintendente da Agenda JF, Aristóteles Faria, a função da agência no caso era apenas a de auxiliar os trabalhos da polícia, que foi a primeira a ser acionada. Em situações como essa, emitimos um parecer técnico, como suporte, mas não aplicamos a multa. O coordenador de Planejamento e Gestão do Granbery, Sidney Carvalho de Oliveira, afirmou que todos os questionamentos já foram respondidos aos órgãos competentes. Ele reconhece a poda drástica realizada em galhos, sem autorização, mas argumenta que as árvores já voltaram a crescer. Derrubamos 20 árvores, mas doamos 400 mudas à agência, como determinado. Também vamos pagar a multa, assim que ela chegar.
