O inquérito que investiga o latrocínio do empresário Francisco José de Carvalho Carapinha, morto no dia 16 de abril com um tiro nas costas, durante um assalto em sua residência, no Bairro Parque Jardim da Serra, Cidade Alta, está em fase de conclusão. O crime está sendo apurado pela 2ª Delegacia da Polícia Civil. De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, seis pessoas são suspeitas de terem participado o crime. Todos já foram ouvidos pela delegada à frente do caso, Ângela Fellet, e teriam negado participação.
Outras nove pessoas, entre vítimas e testemunhas, prestaram depoimento. Segundo a Polícia Civil, a principal dificuldade em esclarecer o caso é que os suspeitos usavam capuzes e luvas e não teriam sido flagrados por câmeras de segurança. A informação é que a delegada do caso está de férias, e que o inquérito deve ser concluído assim que ela retornar.
Dois dos suspeitos, de 16 e 20 anos, foram detidos no dia seguinte do latrocínio em uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar. No dia da manobra, o adolescente teria sido flagrado por receptação e o jovem por tráfico de drogas. O último teve o flagrante confirmado e foi encaminhado ao Ceresp, porém, só permaneceu na unidade prisional por dois dias. No dia 19 de junho, ele voltou a ser preso, em virtude de um mandado de prisão, e, desde então, está no local.
A assessoria informou ainda que há indícios de que o grupo tenha participado do assalto na casa de uma prima do empresário, ocorrido quatro dias antes do latrocínio e de que o mesmo venha cometendo outros assaltos na região da Cidade Alta. A Polícia Civil pede que aqueles que tiverem sido vítimas de assaltos nesta área procurem a delegacia para fazer o reconhecimento do grupo. A distrital funciona na Rua Moraes e Castro 540, no Bairro São Mateus.
