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Participação popular e cidadania

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Inspirados pelos ideais democráticos e éticos, o Comitê de Cidadania, braço de ação da Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz, desde 2001, dedica-se ao acompanhamento sistemático de todas as reuniões ordinárias e audiências públicas da Câmara Municipal.

Na luta pela ética na política e em sintonia com o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, o Comitê de Cidadania estabelece diversas parcerias com entidades da sociedade civil organizada: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)/Seção JF, Justiça Eleitoral, Universidade Federal de Juiz de Fora, Associação dos Professores de Ensino Superior (Apes), além de movimentos sociais da cidade e pastorais da Arquidiocese.

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O Comitê de Cidadania tem focado ainda o seu trabalho junto às escolas, utilizando o Informativo Semestral, em que são divulgados dados relativos à atuação dos vereadores, temas de interesse coletivo tratados pelo Legislativo e leis de maior relevância social.  Elabora fôlderes e vídeos, utiliza peça teatral e palestras. Este trabalho suscita resultados gratificantes e surpreendentes.

O trabalho de combate à corrupção eleitoral  – uso ilegal da máquina administrativa e compra e venda de votos – consiste numa proposta de mudança de mentalidade e deve ser bandeira empunhada por todos os brasileiros nestes tempos eleitorais. Se você não quer um Brasil corrupto, não se corrompa.
Hoje o Comitê de Cidadania, junto a todo o povo brasileiro, deposita confiança na Lei Complementar 135, da Ficha Limpa, mais uma grande conquista popular que poderá livrar o Brasil, com os seus estados e municípios, de novos mensalões, cachoeiras e mares de lama… Vale ainda acreditar  e ter esperança, pois existem  os bons, os justos e os honestos. Isto não é privilégio de alguns e sim, obrigação e dever de todo cidadão,  candidatos e eleitores.

Para concluir, cumpre lembrar: uma Câmara decente é aquela composta por vereadores que usam todo seu poder em benefício do povo e não admitem transformar esse espaço público em um balcão de negócios – chantagem, troca de favores, negociatas com empresas, etc.  O que importa agora é que cada um de nós cumpra o seu dever de lutar por um tempo melhor para todos. Votar bem nestas eleições, com consciência e conhecimento real do candidato, poderá ser um início desta mudança necessária, pois "voto não tem preço, tem consequências".

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