Em menos de 24 horas, policiais da 30ª Companhia de Polícia Militar desmantelaram mais um cassino clandestino, na região central da cidade. Na tarde desta terça-feira (26), 20 máquinas de caça-níqueis foram apreendidas em um imóvel, na Rua Barbosa Lima. Na segunda-feira (25), 18 equipamentos também foram recolhidos em um apartamento, na Rua Halfeld, que era usado para a contravenção. Em ambos os casos, os estabelecimentos foram descobertos em função de denúncias e do trabalho de levantamento de dados da PM, que promete que novas ações contra o "jogo de azar" serão empenhadas pela corporação. Na Barbosa Lima, além das máquinas, os policiais apreenderam R$ 342, uma câmara e uma televisão, que serviam para monitorar a entrada e saída de pessoas do estabelecimento, e encaminharam dois funcionários do local para a delegacia de Santa Terezinha, onde, até o fim desta edição, aguardavam para prestar esclarecimentos. De acordo com o comandante da 30ª, capitão Yoshio Yamaguchi, uma delas já teria sido detida diversas vezes por envolvimento com a jogatina.
Assim como na apreensão da segunda-feira, o imóvel na Barbosa Lima era alugado para a prática da contravenção. Conforme Yamaguchi, a Justiça de Juiz de Fora já está sendo oficializada a respeito do caso de aluguéis de casas e apartamentos para a prática de "jogo de azar". "Todos os imóveis reincidentes estão sendo comunicados à Justiça para que sejam tomadas providências", afirmou o capitão, alertando que proprietários podem sofrer diversos tipos de punição, sendo que a mais grave é a desapropriação do imóvel".
Na ação de segunda-feira, os policiais apreenderam 18 máquinas de caça-níquel, que estavam em uso, quatro monitores desligados, R$ 980, além de uma câmera e uma TV, que integravam um sistema de vigilância em um apartamento na Rua Halfeld. O local era fechado por duas portas de aço. Uma funcionária foi detida e seis jogadores, entre eles uma idosa de 84 anos, foram flagrados na contravenção. Todos eles foram qualificados e liberados.
