Ícone do site Tribuna de Minas

No Centro de Juiz de Fora, homem é agredido após ser acusado de furtar pacote de biscoitos

Partida sub-13 da Copa Prefeitura Bahamas termina após ameaça com suspeita de uso de arma

(Foto: Felipe Couri)

PUBLICIDADE

Um homem de 30 anos foi agredido após ser acusado de furtar um pacote de biscoitos em um estabelecimento comercial no Centro de Juiz de Fora. O caso aconteceu na sexta-feira (21) e, segundo a Polícia Militar (PM), teve início após uma discussão sobre a origem do produto. A vítima tinha uma nota fiscal que comprovava que havia comprado os biscoitos anteriormente em outro comércio. 

De acordo com a PM, o homem entrou no estabelecimento com o pacote de biscoitos e, depois de comprar e pagar por outro produto no local, foi questionado por um dos envolvidos sobre a origem do alimento. Em seguida, durante a discussão, um segundo homem, de 37 anos, entrou no estabelecimento e deu um chute na região do peito da vítima. 

PUBLICIDADE

Posteriormente, conforme informado pela coproração, o responsável pela abordagem foi informado de que o pacote havia sido comprado em outro estabelecimento e que havia uma nota fiscal comprovando a aquisição. Ele então reconheceu o equívoco e pediu desculpas. 

A vítima relatou ter sentido dores e foi encaminhada para atendimento médico. Na unidade de saúde, ele passou por exame de raio-X, que não apontou lesões. 

A ocorrência, segundo a polícia, provocou a formação de uma aglomeração de aproximadamente 30 pessoas nas proximidades do estabelecimento. 

Os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia. Segundo a PM, foram confeccionados Termos Circunstanciados e, após as providências, as partes foram orientadas e liberadas. 

PUBLICIDADE

Disk Racismo acompanha o caso

O Disk Racismo Ouvidoria Popular Antirracista de Juiz de Fora informou nesta segunda-feira (24) que está acompanhando o caso e realizando diligências por meio da equipe jurídica.

Segundo a advogada e coordenadora da entidade, Carina Dantas, a família relata que o episódio teria sido um caso de racismo seguido de agressão contra uma pessoa com deficiência (PCD). 

PUBLICIDADE

À Tribuna de Minas, a entidade relatou que está prestando acompanhamento jurídico à família para a adoção das medidas cabíveis e também oferecendo acolhimento psicológico e assistência social à vítima e aos familiares. 

Em nota, o Disk Racismo ressaltou que o relato apresentado pela família foi autorizado pelos familiares e que o caso ainda está sendo analisado pela equipe jurídica. 

Sair da versão mobile