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Aplicativos para dinamizar estudos

natalia ribeiro busca apoio na tecnologia para estudar para o enem e entender as disciplinas

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Natália Ribeiro busca apoio na tecnologia para estudar para o Enem e entender as disciplinas
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Natália Ribeiro busca apoio na tecnologia para estudar para o Enem e entender as disciplinas

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Basta digitar a palavra Enem nas lojas virtuais de smartphones e tablets para que um leque de possibilidades e formas de estudo apareça em forma de aplicativos. A maior parte é composta por quiz com questões de provas anteriores do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos quais o resultado do desempenho do candidato é baseado na Teoria de Resposta ao Item (TRI), o mesmo método utilizado na correção do Enem.

Outros aplicativos são mais específicos, voltados para cada disciplina, como o Fórmula Free, específico da matemática, e o Mecânica, com dicas de física. Quem possui dificuldades para escrever pode contar com a ajuda, por exemplo, do Manual de Redação, um dos mais baixados pelos usuários. Já os alunos que gostam de se divertir com o erro dos outros irão adorar o Pérolas do Enem. Mas se o problema é organizar os estudos, aplicativos como o Gabaritar resolvem o problema (ver quadro).

A estudante do colégio Conexão Natália Ribeiro, 17 anos, é uma das adeptas das tecnologias na hora de entender as disciplinas. “Eu assisto muitas videoaulas e faço exercícios em alguns sites que dão tempo para você responder e depois te dão o resultado do seu desempenho.” As inúmeras videoaulas disponibilizadas na plataforma de vídeo Youtube são as preferidas dos alunos. A aluna do Apogeu Eduarda Bitencourt Duarte,17, indica o canal Descomplica e o site aulalivre.net como ótimas opções para sanar dúvidas.

Interesse

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Para o coordenador do pré-vestibular do colégio Apogeu, Rodrigo Cruz, “as tecnologias contribuem para despertar o interesse dos alunos pelo estudo, principalmente as formas de ranqueamento, que criam uma sensação de jogo”. O professor de matemática do Conexão Gustavo Grizendi também é a favor da utilização dos aplicativos no aprendizado. “Os alunos, quando estão no celular, estão enviando mensagens ou navegando no Facebook. Qualquer forma interativa, que possa reduzir esse tempo gasto com redes sociais e deixá-los voltados para o estudo, é positiva.” Ele conta que procura dinamizar suas aulas, utilizando programas interativos, como o Geogebra.

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Segundo Rodrigo, o Apogeu utiliza-se de plataformas para trabalhar o ensino individualizado com cada um. Uma das plataformas empregadas é a Geek Games. Nesta ferramenta, o aluno realiza um teste de diagnóstico para que a tecnologia identifique suas dificuldades. Em seguida, o estudante terá acesso a um plano de estudo personalizado. O colégio estabelece prazos para que os alunos cumpram o plano. Os professores acompanham o desenvolvimento deles a partir de relatórios de desempenhos que são compartilhados via e-mail. “Por meio dos relatórios, orientadores e coordenadores trabalham individualmente com cada estudante, levando em conta o conteúdo que ele tem dificuldade ou que ele pode evoluir.” Para o coordenador, a função do educador atualmente não é mais informar e sim “permitir que o aluno desenvolva capacidade de relacionar informações”. “Esse tipo de tecnologia é mais útil do que a utilização de data shows e lousas digitais em sala de aula. Não adianta você ter uma ferramenta para uma apresentação bonita, se as práticas são tradicionais.”

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