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Campanha para garoto de 12 anos

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Familiares criaram uma conta bancária, para que a população possa contribuir com qualquer valor (Foto: Arquivo Pessoal)
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Após a localização de um doador compatível, a família do adolescente Danyel Moreira dos Santos, de 12 anos, agora realiza campanha para custear a viagem do garoto para o local onde o transplante de medula óssea será realizado. Danyel foi diagnosticado com aplasia de medula óssea, doença que faz com que o órgão pare de produzir células sanguíneas. Para a doação, seus dois irmãos não foram 100% compatíveis. Conforme a família, três doadores compatíveis foram encontrados através do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). O local do transplante ainda não foi definido pela equipe médica, mas a família alega que não tem recursos para custear a viagem, que poderá ser para São Paulo ou Belo Horizonte. Por isso, familiares criaram uma conta bancária no Banco do Brasil, para que a população possa contribuir com qualquer valor (conta: 85516-2, variação: 96, agência: 0024-8).

O menino faz tratamento no Hospital Universitário (HU) desde setembro do ano passado, quando a doença foi diagnosticada. Danyel precisa tomar dois tipos de medicamentos, além de seguir uma dieta especial. “Toda terça-feira, ele faz um exame e, dependendo da quantidade de plaquetas, precisa fazer transfusão. Só que fazer muitas transfusões pode atrapalhar o transplante. Por isso, é importante que o transplante seja feito o quanto antes. Ainda não sabemos quando e onde será realizado, mas precisamos estar preparados para viajar a qualquer momento”, explica o pai de Danyel, Moisés dos Santos.

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Doação

Em janeiro, o movimento #TodospeloDanyel realizou uma panfletagem no Bairro Cidade do Sol, na Zona Norte, para conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue e do cadastro para doação de medula óssea.

Para se cadastrar como candidato à doação, é preciso apresentar documento oficial de identidade com foto, preencher os formulários para o cadastramento, ter entre 18 e 55 anos, boa saúde e não apresentar doenças infecciosas ou hematológicas. A pessoa deve se dirigir ao Hemominas (Rua Barão de Cataguases 94), onde receberá todos os esclarecimentos sobre o processo de doação e, em seguida, será colhida uma pequena amostra de sangue (cerca de 5ml) que será submetida ao exame de classificação da medula (HLA).

O resultado da tipagem HLA e os outros resultados dos exames serão incluídos no Redome. Quando surgir compatibilidade do candidato com algum dos pacientes que aguardam o transplante, novos procedimentos vão garantir a efetivação da doação. A chance de encontrar um doador com medula compatível entre não parentes é de um em cem mil, devido à miscigenação do povo brasileiro.

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