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Falta de sinalização na Rio Branco provoca reclamações

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Moradores do entorno da interseção entre a Avenida Rio Branco e a Avenida Ibitiguaia reivindicam uma faixa de pedestre e um sinal de trânsito no ponto, que divide os bairros Boa Vista e Santa Luzia, na Zona Sul. Segundo eles, irregularidades como excesso de velocidade, desrespeito à sinalização e abuso à mão normal da via são comuns. Precisamos de uma faixa de pedestre e um semáforo. Aqui é uma região com creches e escolas. Muitas crianças correm perigo por falta de segurança na travessia, diz a modelista Maria Cecília Bade, de 75 anos. Seu marido, Gilberto Bade, endossa a reclamação, acrescentando que, também nas madrugadas, os condutores abusam do excesso de velocidade, muitas vezes praticando corridas.

Quando abre o sinal, parece um mar de carros subindo em alta velocidade. Fica impossível atravessar, reclama Maria Cecília. O limite de velocidade no trecho é de 50 km/h, conforme sinalização. A modelista acrescenta que muitos motoristas que seguem da Ibitiguaia em direção à Rio Branco não respeitam a marcação do pare na pista, aumentando o risco de colisões. O casal fez uma reclamação há cerca de três semanas na Settra, mas até o momento não havia recebido resposta. De acordo com a Settra, já existe um projeto de implantação de uma faixa de pedestre nas proximidades do Seminário Santo Antônio. A instalação deve ser iniciada no final deste mês de outubro. Em relação ao sinal, não há previsão.

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A vendedora Patrícia Oliveira, 20, também entende que tanto a faixa quanto o semáforo seriam benéficos para a travessia, principalmente pela localização de um ponto de ônibus no sentido Boa Vista/Centro. Além dessas irregularidades, o porteiro Godofredo Azevedo, 46, que trabalha há 12 anos em um prédio no trecho, salientou que motoristas costumam sair da Ibitiguaia e descer a via pela contramão de direção até a altura do Bairro Bom Pastor, onde seguem pela mão correta da via. Os motociclistas até cortam a elevação do canteiro central para não ter que fazer o contorno. Uma vez, uma pessoa buzinou para eu sair do passeio e ela passar com o veículo, afirmou Azevedo.

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