O prédio onde funciona o PAM-Marechal foi alvo de novas fiscalizações ontem. Pela manhã, o promotor de Defesa da Saúde, Rodrigo Barros, e representantes das Vigilâncias Sanitárias estadual e municipal estiveram no posto de coleta de exames do PAM para averiguar denúncias feitas em relação à falta de luvas de borracha na unidade. Durante a vistoria, o grupo identificou outros pontos que necessitam de melhorias para que o atendimento ao usuário seja mais seguro e confortável.
Conforme o promotor, a situação da falta de luvas, que motivou a visita, estava solucionada, e o estoque regularizado. No entanto, problemas sanitários e estruturais foram identificados. “O almoxarifado, por exemplo, não apresentava condições adequadas para receber os materiais. Ele, no entanto, já foi desativado. Acreditamos que agora conseguimos sanar riscos e possibilitar as reformas do setor. Sabemos que é uma estrutura já depreciada, o que impacta na qualidade de atendimento ao usuário.” Segundo Rodrigo Barros, é preciso rever a situação das cadeiras de coleta e do almoxarifado, que apresentam infiltrações, mofo e poeira. Ele ainda pedirá à Prefeitura que implante um sistema de senha no local.
A Secretaria de Saúde informou que, após visita que fez pessoalmente ao PAM-Marechal, na última sexta-feira, “o prefeito Bruno Siqueira (PMDB) determinou várias adequações que foram feitas ainda no fim de semana para garantir melhor atendimento no local, sobretudo no setor de coletas e na marcação de exames. Desde o início da gestão, a Prefeitura está promovendo várias ações de manutenção corretiva no PAM em benefício do usuário”.
