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Demolição do Castelo da Borracha indefinida

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A poucos dias de o incêndio iniciado na Rua Floriano Peixoto, no dia 24 de outubro, completar um mês, a demolição do edifício de sete andares que abrigava o Castelo da Borracha continua sem previsão de data para acontecer. De acordo com a Secretaria de Atividades Urbanas (SAU), o proprietário do imóvel, responsável por providenciar a derrubada do prédio, deve notificar a Prefeitura com 24 horas de antecedência, para que medidas de segurança sejam tomadas, e o trânsito, alterado. Contudo, o prazo para que o comunicado fosse oficializado venceu na última sexta-feira, sem resposta do dono da edificação. Segundo a SAU, ele está sujeito à multa, cujo valor e data de vigor ainda não foram definidos.

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O subsecretário de Defesa Civil, major José Mendes, ressaltou que o serviço deve ser realizado o quanto antes, já que a possibilidade de desabamento dos fundos do prédio não foi descartada. Por isso, esta parte está interditada, assim como os imóveis limítrofes com o local. É difícil estabelecer um prazo máximo para realizar o trabalho, mas é necessário garantir a segurança para que a demolição possa ser feita o mais rápido possível.

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