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JF registra 48 casos de exercício ilegal da profissão de corretor de imóveis

corretagem
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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (CRECI-MG) registrou 48 ocorrências relacionadas ao exercício ilegal da profissão de corretor de imóveis em Juiz de Fora entre janeiro e agosto deste ano. No mesmo período, foram contabilizados 62 denúncias e notícias de possíveis irregularidades e 882 documentos de fiscalização, segundo dados do próprio conselho. 

Entre os documentos emitidos estão 623 autos de constatação, 189 notificações, 22 autos de infração ética e 48 autos relacionados ao exercício ilegal da profissão. A atividade de corretor de imóveis é regulamentada e exige registro profissional.

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É nesse contexto que o CRECI-MG realiza, nesta terça-feira (18), uma ação de orientação e fiscalização em condomínios residenciais e administradoras de Juiz de Fora. A iniciativa pretende orientar síndicos, porteiros, administradoras e moradores sobre como identificar profissionais habilitados e situações que possam indicar o exercício irregular da corretagem.

Segundo o conselho, a escolha dos condomínios ocorre porque esses espaços podem ser pontos de contato entre profissionais do mercado imobiliário e potenciais compradores, vendedores ou locatários.

A atuação de pessoas sem registro pode envolver negociações de compra, venda e locação de imóveis. De acordo com o CRECI-MG, entre os problemas que podem ocorrer estão contratos irregulares, retenção indevida de valores e negociações envolvendo imóveis com impedimentos legais.

Quando recebe uma denúncia, o conselho realiza diligências para verificar a situação. Nos casos envolvendo profissionais registrados, podem ser adotadas medidas administrativas e disciplinares. Já situações de exercício ilegal da profissão são encaminhadas às autoridades competentes.

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A ação em Juiz de Fora está prevista para começar às 9h desta terça-feira (18).

Números da fiscalização

Entre janeiro e agosto de 2026:

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