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Professores estaduais decidem manter greve geral

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Estudantes fecharam o trânsito na Getúlio
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Estudantes fecharam o trânsito na Getúlio

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Os professores da rede estadual de ensino permanecem em greve. A decisão foi tomada agora há pouco, em uma assembleia geral da categoria, no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Conforme informações da assessoria do movimento, não houve avanço nas negociações durante uma reunião entre o sindicato e o Ministério Público. Amanhã (17), às 16h, será realizada reunião em Juiz de Fora, quando serão repassadas para os sindicalistas locais as decisões acertadas em BH. Uma nova assembleia geral da categoria, na capital mineira, está marcada para o dia 24.

Estudantes param trânsito

Cerca de 50 alunos da rede estadual de ensino e alguns professores filiados ao Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) fizeram uma manifestação na manhã desta terça-feira (16), no Centro, em protesto ao descaso do Governo do Estado com a causa dos professores de Minas Gerais. Os alunos, em sua maioria do ensino médio, protestam pelo prejuízo que a falta de aulas está lhes causando em relação a preparação para o vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A passeata teve início por volta das 10h no Parque Halfeld e, após saírem em marcha, os manifestantes pararam o trânsito no cruzamento da Avenida Rio Branco com o Calçadão da São João por cerca de 30 minutos. Com a chegada da Polícia Militar (PM), os manifestantes desceram a São João e novamente interromperam o fluxo de veículos do cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Rio Branco. Novamente a PM interveio e liberou o trânsito. O grupo ocupou uma pista da Avenida Independência e segue até retornar ao Parque Halfeld.

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Os manifestante levam cartazes, apitos, narizes de palhaços e entoam refrões culpando o Governo pela greve. Em um dos cartazes, lê-se a mensagem: "Procura-se para negociação: Anastasia". Entre os alunos do ensino médio, estão também presentes estudantes do terceiro ano, os mais prejudicados com a ausência de aulas. Mesmo com o anúncio de contratação temporária em caráter emergencial anunciada pelo Governo, os alunos afirmaram que ainda não estão tendo aulas de matemática, física e química.

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