Diversas secretarias municipais, proprietários do Castelo da Borracha e engenheiros da empresa contratada para a demolição do imóvel se reuniram, na tarde desta quarta-feira (14), para dar início ao planejamento dos trabalhos. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Atividades Urbanas (SAU), o encontro teve como objetivo debater como seria a participação de cada órgão durante a execução do serviço, que deve durar cerca de 60 dias. A principal preocupação é garantir a segurança da população e dos imóveis do entorno e minimizar possíveis transtornos.
De antemão, os técnicos adiantaram que o terreno atualmente baldio, que abrigava estabelecimentos que já foram demolidos, terá que ser cimentado, para suportar o peso das máquinas de grande porte. A necessidade de derrubar outras edificações para facilitar a entrada do maquinário será avaliada, mas um parecer definitivo ainda não foi apresentado. A previsão da SAU é que os engenheiros vistoriem o local amanhã, para que o plano de demolição e a data para o início dos serviços sejam divulgados. O Castelo da Borracha foi um dos prédios afetados por um incêndio que devastou parte do comércio localizado entre a Rua Floriano Peixoto e a Avenida Getúlio Vargas, no dia 24 de outubro.
