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Brincadeiras atraem crianças à vacinação

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O Dia D da campanha de vacinação contra a paralisia infantil foi realizado ontem em Juiz de Fora, com 80 postos distribuídos por todas as regiões. Desde o início da campanha, no dia 8, até às 15h de ontem, 10.037 crianças de zero a 5 anos foram imunizadas, o que representa 33,37% do público alvo. Os números divulgados ainda não incluem as doses distribuídas na região Central. Durante a manhã, o movimento foi grande no posto instalado no Parque Halfeld, e a campanha foi transformada em uma grande brincadeira para as crianças. Após tomar as gotinhas, elas puderam brincar no pula-pula, fazer pintura de rosto e se divertir com balões. A comerciante Keila Bellini Barros Maurício, 32 anos, levou a pequena Gabriella Maria, de 2 meses, para receber a segunda dose. O cartão dos meus filhos sempre está em dia, com as vacinas nas datas certas. É muito importante prevenir, diz .

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O enfermeiro Fabrício Luís da Silva, do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (DVEA) ressaltou que, após o Dia D, a Sabin continua disponível nas unidades de atenção primária do município e que a campanha segue até a próxima sexta-feira. A vacinação em massa é importante para disseminar o vírus atenuado, que ajuda a combater o vírus selvagem e mantém a doença erradicada. Em países da África, por exemplo, a paralisia infantil ainda é uma doença endêmica, por isso, temos que manter as portas fechadas. No Brasil, existe a tradição de os pais trazerem os filhos para tomar as gotinhas, o que garante a alta cobertura vacinal. É mais difícil atingir a meta quando são as injetáveis.

Nessa segunda etapa da campanha, a Secretaria de Saúde espera imunizar 30.082 crianças. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS) é de que 95% do público alvo sejam vacinados. Durante a primeira etapa de vacinação antipólio, 30.130 crianças com até 5 anos incompletos receberam a primeira dose, alcançando 100% de cobertura. Fabrício lembra que a vacina não apresenta contraindicações, mesmo que a criança esteja resfriada. A administração da dose só deve ser adiada caso a criança apresente febre acima de 39 graus, diarreia e vômito. Mesmo assim, após o desaparecimento desses sintomas, ela deve ser aplicada, enfatiza.

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