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Grupo define licitação de usina

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A Prefeitura deve oficializar, nos próximos dias, o grupo que vai definir o termo de referência da licitação para instalar em Juiz de Fora a usina de reciclagem de resíduos da construção civil. A equipe também vai auxiliar a implantação do Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil e estudar um modelo intermediário entre o fechamento do bota-fora da Cidade do Sol e o início de funcionamento da usina. "Precisamos fazer isso para corrigir o que acontece hoje com os resíduos da construção. O grupo já está trabalhando, e a intenção inicial é fechar o bota-fora da Cidade do Sol e levar os resíduos, temporariamente, para o aterro de Dias Tavares", informou o chefe do Departamento de Articulação e Integração das Políticas Setoriais, Heber de Souza Lima.

Presidente da Associação dos Transportadores de Resíduos da Construção Civil (Astrecc), José Maria Vieira, disse à Tribuna que a categoria também defende a criação da usina. "Não queremos levar os resíduos para Dias Tavares por conta dos custos. Se a caçamba hoje é R$ 140 poderia chegar a R$ 500. E se chega lá no aterro e tem duas sacolinhas de lixo, o preço cobrado por tonelada triplica. O que acontece é que a própria população joga lixo, gato morto, tudo dentro da caçamba da construção civil. E nós somos os responsáveis."

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Heber explicou que dentro do plano municipal está previsto uma campanha de conscientização da população e a criação de pontos de recebimento de pequenos volumes de resíduos inertes. "Uma pessoa que faz uma obra pequena poderá levar os entulhos no seu carro para esse ponto de recolhimento e não jogar no caminhão de lixo ou na beira do rio."

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