Cem oficiais do Exército, lotados na 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Juiz de Fora, atuarão na segurança pessoal do Papa Francisco, no Rio de Janeiro, durante vigília e missa campal de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), dias 27 e 28 de julho. O grupo faz parte dos 800 homens da 4ª Brigada que serão deslocados para a capital fluminense com objetivo de garantir proteção aos fieis. Desses, 250 serão empregados apenas se houver necessidade, segundo o oficial de comunicação social da brigada, coronel César Lucius Mattos Bessa. Além do efetivo local, que atuará na segurança do pontífice, a tropa é composta, ainda, por militares de Belo Horizonte, São João del-Rei, Santos Dumont e Petrópolis.
O público estimado em cada um dos eventos é de 1,5 milhão de católicos, que se reunirão no Campus Fidei. A área de 3,5 milhões de metros quadrados está instalada no Bairro de Guaratiba, Zona Oeste do Rio. Conforme coronel Bessa, a preparação da tropa começa na próxima semana, e o deslocamento deve ocorrer poucos dias antes do início da jornada. O Exército ainda não divulgou outros detalhes da operação.
Mudança
Inicialmente, o Exército não seria utilizado na segurança da JMJ dentro do Campus Fidei. A mudança, porém, ocorreu há cerca de duas semanas, já que a organização do evento ainda não havia contratado uma empresa privada para realizar o serviço. O receio é que não houvesse tempo hábil para selecionar, capacitar e investigar antecedentes criminais dos seguranças terceirizados.
Além dos militares da 4ª Brigada, foram designados para o evento efetivo da Força Nacional de Segurança, que deverá ter aproximadamente 1.300 homens no campus.
