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Defesa Civil afirma que mantém vistorias em imóveis no Furtado de Menezes após queixas de moradores

Defesa Civil afirma que mantém vistorias em imóveis no Furtado de Menezes após queixas de moradores

Moradores do Bairro Furtado de Menezes pedem vistoria da Defesa Civiil (Foto: Contribuição da leitora).

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Moradores da Rua Abílio José Gomes, no Bairro Furtado de Menezes, região Sudeste, em Juiz de Fora, relataram à Tribuna que algumas casas da via, com trincas e rachaduras, ainda não haviam sido vistoriadas por equipes técnicas da Defesa Civil, apesar dos contatos já realizados pelos moradores. Em resposta, a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) informou que já realizou vistorias em imóveis da rua e que continuará promovendo visitas técnicas para emitir laudos sobre a situação das residências. Segundo o Executivo, no entanto, não há orientação para evacuação da via.

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Moradores do Bairro Furtado de Menezes pedem vistoria da Defesa Civiil (Foto: Contribuição da leitora).

Enquanto as vistorias seguem sendo feitas, a Prefeitura reforçou que moradores de imóveis com sinais de risco devem deixar suas casas. Questionada pela Tribuna sobre os procedimentos para quem precisar sair da residência, a Administração municipal afirmou que, mesmo com o fechamento dos abrigos, segue prestando apoio às famílias.

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Nesses casos, a orientação é que os moradores procurem o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da região, responsável pelo encaminhamento aos serviços de assistência social.

Confira a nota da PJF na íntegra

“A Prefeitura de Juiz de Fora informa que a Defesa Civil já realizou vistorias em imóveis da Rua Abílio José Gomes, no Bairro Furtado de Menezes, e seguirá com o atendimento nas demais casas apontadas pelos moradores.

Até o momento, os registros na via são casos pontuais, sem indicação de necessidade de evacuação da rua como um todo.

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A orientação da Defesa Civil permanece a mesma: caso algum imóvel apresente sinais evidentes de risco, como trincas, rachaduras estruturais, movimentação de solo ou outros indícios de instabilidade, os moradores devem deixar a residência imediatamente, procurar um local seguro e acionar os órgãos competentes, priorizando sempre a preservação de vidas.

Em relação ao acolhimento, embora os abrigos emergenciais em escolas já tenham sido desmobilizados, o Município mantém alternativas de assistência para famílias que precisem deixar suas casas, com encaminhamento pela rede de assistência social conforme a necessidade de cada caso. A orientação é que procurem o CRAS de referência, que realiza o encaminhamento para os serviços de assistência social e para as alternativas de acolhimento disponíveis. A Prefeitura reforça que todas as situações são acompanhadas individualmente pelas equipes técnicas para garantir a segurança da população.”

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*Estagiária sob supervisão da editora Carolina Leonel

 

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