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Delegado vai ouvir pai de criança espancada e morta

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O pai biológico da menina Luana Silva da Rocha, 2 anos, que morreu em decorrência de espancamento, deverá ser ouvido nesta quarta-feira (12), na Delegacia Especializada de Homicídios. O padrasto, 28 anos, e a mãe da criança, 25, suspeitos do crime e que estão presos desde a última quinta-feira, também devem voltar a prestar depoimentos nesta quarta.

O objetivo do delegado Rodrigo Rolli é tentar esclarecer onde está a filha do casal, que teria cerca de 2 meses de vida. Rolli confirmou que a mulher realmente teve uma gestação recente, já que ela teria sido atropelada em 30 de outubro do ano passado e, no registro policial, consta que ela estaria grávida de cinco meses na época.

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Ainda segundo o delegado, a mulher sofreu escoriações, foi medicada e liberada. Nesta segunda (11), um tio da criança esteve na delegacia e não soube informar o paradeiro do bebê. Na última semana, o delegado havia informado que, após a mãe de Luana dar à luz, teria tido complicações e ficado internada.

O casal está preso provisoriamente, mas a expectativa do delegado é que haja conversão para prisão temporária. A dupla deve ser indiciada por homicídio triplamente qualificado. O homem está no Ceresp, enquanto a mulher está na Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires. A violência aconteceu no Bairro Granjas Bethânia, onde o casal morava. De acordo com o atestado de óbito, a morte de Luana foi provocada por trauma contundente, traumatismo crânio encefálico e hemorragia na cabeça.

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