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Quase quatro mil mídias falsificadas apreendidas

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Foram apreendidos 2.700 mídias de filmes, 700 CDs, 400 jogos e 42 pares de tênis
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Foram apreendidos 2.700 mídias de filmes, 700 CDs, 400 jogos e 42 pares de tênis

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Atualizada às 19h28

Cinco homens, com idades entre 22 e 38 anos, foram autuados por formação de quadrilha, violação de direitos autorais e sonegação fiscal após serem flagrados com cerca de 3.600 mídias piratas e quase 70 pares de calçados falsificados. Eles foram presos com os materiais no início da madrugada desta terça-feira (09) no Bairro Benfica, Zona Norte. A PM chegou até os suspeitos após receber denúncia anônima de que cinco pessoas estariam entrando com sacos pretos em uma pensão na Rua Evaristo da Veiga. A informação ainda dava conta de que elas estariam portando grande quantidade de drogas para comercialização. 

Quando os policiais chegaram ao endereço, descobriram do que se tratava. A suspeita de tráfico teria sido levantada devido ao fato de o grupo estar carregando as embalagens, que teriam chamado a atenção de populares. Após serem questionados, os homens afirmaram que não possuíam entorpecentes, mas que estavam com DVDs e CDs pirateados, além de tênis e chinelos falsificados. Nenhuma nota fiscal foi apresentada. O grupo também afirmou que as mercadorias haviam sido adquiridas em São Paulo e seriam revendidas em Juiz de Fora. 

Um dos suspeitos, 38, contou à polícia que é vendedor há três meses e se apresentou como a pessoa que iria buscar os produtos na capital paulista para repassar a terceiros. Outro homem, 37, disse que era primo do primeiro e que estava no local porque teria dirigido o carro para o parente, mas negou ter ido a São Paulo. Já os outros três, de 22, 25 e 37, confessaram que compram e revendem os materiais na cidade. O grupo teve o flagrante confirmado na 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil e foi encaminhado ao Ceresp, onde ficou à disposição da Justiça. 

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O caso seguiu para investigação na 3ª Delegacia de Polícia Civil. O titular Rodolfo Rolli adiantou que o delegado Armando Avolio Neto vai dar continuidade ao inquérito. "Um deles buscava mercadoria em São Paulo e guardava em uma pensão de Benfica. Outros três ficavam responsáveis por distribuir os materiais em Juiz de Fora e comercializar, inclusive na feira da Avenida Brasil", explicou Rolli. 

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