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Comissão de mães de pessoas com deficiência recebe explicações da SDS

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Grupo se reuniu com vereadores na últimaquarta-feira para reivindicar continuidade do atendimento feito por entidades (Foto: Marcelo Ribeiro)

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Uma comissão de mães atendidas por organizações da sociedade civil (OSCs), formada em reunião com vereadores da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Câmara, se encontrou com a secretária de Desenvolvimento Social da Prefeitura (SDS), Tammy Claret, na sede da pasta, na tarde dessa segunda-feira (8). Elas levaram a preocupação com o atendimento nas entidades, diante do entendimento de que o Chamamento Público 3, o qual trata do serviço socioassistencial a pessoas com deficiência, idosas e suas famílias/programa de referência e apoio à habilitação e reabilitação social, diminuiria o tempo de cada um dos usuários para até quatro horas por semana. Na reunião, elas foram ouvidas e receberam orientações e explicações da SDS.

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“Na nossa avaliação, faltou diálogo antes da composição do chamamento. Procuramos a SDS antes, mas não nos deram acolhida. Muitos pontos não ficaram claros. Agora, depois do recebimento das propostas, não adianta. Entendemos que o edital não está atendendo realmente, porque nossas necessidades não foram ouvidas, antes que ele fosse formulado”, disse Maria Ignez Junqueira, que é uma das componentes da comissão. Ela ainda disse que foram detalhados os valores que devem ser repassados às instituições e sobre como funcionam os lotes em que os editais foram divididos. Maria Ignez ainda disse que tudo o que foi passado pela SDS será explicado aos outros pais e mães das instituições e que uma nova reunião foi marcada entre a secretária Tammy Claret e advogados das instituições para a próxima quarta-feira (10).

Em nota, a SDS explicou que a secretária leu parte do edital junto com a comissão. Ela explicou o horário de atendimento. “Trata-se de um horário mínimo a ser cumprido por cada instituição, havendo ainda uma flexibilidade de turnos, podendo a instituição atender nos períodos da manhã, tarde ou noite.” As quatro horas não seria o período máximo de permanência dos atendidos nas instituições por semana, mas o mínimo, que cada atendido deve ter acesso, podendo variar de acordo com o tratamento recebido. “A SDS tem até o dia 30 de dezembro para concluir o processo que está caminhando dentro do planejado. As mães dos atendidos que tiveram presentes na reunião salientaram a importância do diálogo e as explicações dadas pela pasta. A SDS se compromete em auxiliar e dialogar com as instituições para que o serviço seja oferecido de maneira eficaz, que faz parte da proposta de Chamamento.”

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