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SUS é tema de audiência na Câmara

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Em dois anos, uma das mais importantes unidades do SUS em Juiz de Fora, o PAM-Marechal, perdeu 200 funcionários e teve o atendimento reduzido pela metade. A informação foi divulgada nessa segunda-feira (7), durante uma audiência pública que discutiu, na Câmara Municipal, a desassistência do SUS. O debate foi solicitado pelo vereador Antônio Aguiar (PMDB), em atendimento a um pedido do presidente do Sindicato dos Médicos, Gilson Salomão.

Os principais problemas apontados foram a precariedade nos contratos dos funcionários do SUS, as condições de atendimento do Hospital de Pronto Atendimento (HPS), do PAM-Marechal e das Unidades de atenção primária à saúde (Uaps), além do déficit de médicos. No encontro, o representante do Conselho Regional de Medicina, José Nalon de Queiroz, informou que, em 2011, eram realizadas 250 mil consultas mensais no PAM-Marechal. Atualmente, esse número caiu para 117 mil.

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Na presença do promotor de Justiça de Defesa da Saúde da Macrorregião Sanitária Sudeste, Rodrigo Ferreira de Barros, Gilson apontou a interferência do Ministério Público como um dos principais empecilhos para a saúde pública na cidade. Já o promotor alegou que não há interferência. Buscamos apenas o cumprimento da lei. No caso, o direito do usuário ao atendimento no SUS. Precisamos de soluções definitivas e não paliativas.

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