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Bancários da Caixa cruzam os braços em JF a partir desta quinta

Paralisacao dos bancarios 2

Movimento integra a Campanha Nacional dos Bancários 2026 (Foto: Sintraf JF)

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Os empregados da Caixa Econômica Federal da base de atuação do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Juiz de Fora, Zona da Mata e Sul de Minas (SINTRAF JF) entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). A paralisação foi aprovada durante assembleia realizada nos dias 3 e 4 de setembro, após a categoria rejeitar a proposta apresentada nas negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026.

Na base do sindicato, 92,67% dos empregados da Caixa votaram contra a proposta patronal. Após a rejeição, 66,86% aprovaram a deflagração da greve por tempo indeterminado, enquanto 30,50% optaram pela reabertura das negociações. A paralisação abrangerá as unidades da Caixa em Juiz de Fora e em outras cidades da Zona da Mata e do Sul de Minas.

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Saúde e reajuste estão entre as reivindicações

De acordo com o SINTRAF JF, na pauta, estão reivindicações relacionadas a custeio e melhorias do Saúde Caixa, plano de saúde dos empregados do banco. A categoria também reivindica reajuste salarial, em percentual não informado pela entidade de classe. 

A campanha dos bancários, segundo o sindicato, envolve ainda discussões sobre emprego, condições de trabalho e manutenção de direitos. A entidade afirma que a greve tem como objetivo pressionar a direção da Caixa a apresentar uma nova proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores.

O sindicato informou à Tribuna de Minas que ainda não é possível prever quais serviços serão afetados pela paralisação. A extensão dos impactos dependerá da adesão dos empregados à greve.

Banco do Brasil terá novas negociações

No Banco do Brasil, a decisão foi diferente. Na base do SINTRAF JF, 66,37% dos bancários rejeitaram a proposta patronal, mas a maioria decidiu pela retomada das negociações. Foram 55,16% dos votos favoráveis à reabertura da mesa.

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Já entre os trabalhadores dos bancos privados, a proposta negociada com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi aprovada por 74,48% dos votantes da base.

*Estagiária sob a orientação da editora Fabíola Costa 

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