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Bazar estimula troca consciente

roupas foram trocadas pelos participantes do brecho

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Roupas foram trocadas pelos participantes do brechó
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Roupas foram trocadas pelos participantes do brechó

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Renovar o guarda-roupa sem gastar nada. Esta é a proposta da segunda edição do Varal do Instituto Federal de Juiz de Fora (IF Sudeste), realizado ontem na sede da escola, no Bairro Fábrica. Trata-se de um brechó cultural em que as pessoas trocam roupas e objetos entre si. A ideia é promover a circulação de artigos que não têm mais utilidade para o dono, mas que poderá servir para outra pessoa. Durante dois meses foram recolhidos 1.500 itens, entre peças de roupas, acessórios, calçados, livros e filmes em bom estado de conservação. As peças doadas passaram por uma triagem e receberam uma pontuação, que foi convertida em moedas sociais para serem trocadas pelos doadores no dia do bazar, já que não é aceito dinheiro.

A iniciativa inspirada no projeto “Gaveta”, em São Paulo, é desenvolvida na cidade pelo Projeto de Extensão do instituto. “Nosso objetivo é desafogar o guarda-roupa, fazendo com que as pessoas se desapeguem das coisas que não usam mais. Além disso, queremos incentivar novas formas de consumo, principalmente o uso de roupas de segunda mão”, revelou a coordenadora Jacqueline Costa.

Durante o dia, mais de 800 itens foram trocados. A iniciativa reuniu alunos, professores, funcionários da instituição, além de pessoas da comunidade. A novidade desta edição foi a realização de um ensaio fotográfico com as roupas doadas. A recepcionista Camila Vieira fez questão de convidar a mãe para participar do bazar. “Acho ótima esta ideia de renovar o guarda-roupa sem gastar nada. Conseguimos adquirir roupas para meu namorado e para meu pai. Minha mãe trouxe as amigas para participarem.”

Para a estudante de engenharia mecatrônica Rayssa Batista a temática atual é a de reaproveitar, reciclar. “Fiquei surpresa com as roupas recebidas, algumas tinham até etiqueta. Nossa ideia é estimular a economia colaborativa, conscientizando as pessoas sobre o consumo responsável. O consumo deliberado é muito triste.”

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As roupas que não foram selecionadas para o bazar e aquelas que não foram adquiridas no brechó serão doadas para as instituições Casa Viva, Instituto Vitória e Clínica de Recuperação de Mulheres.

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