A reforma da Unidade de Urgência Regional Leste, no Bairro Costa Carvalho, na região Sudeste, entrará na terceira fase na próxima segunda-feira (10). De acordo com a Prefeitura, essa será a maior etapa da obra, e compreenderá todo o primeiro pavimento – local onde são realizados atendimentos ao público. Por esse motivo, na próxima semana, o atendimento sofrerá modificações. A Secretaria de Saúde ressalta, entretanto, que a medida é provisória.
Segundo a pasta, será reduzido o número de atendimentos aos usuários de classificação de risco verde (conforme protocolo de cores) – que apresentam sintomas como enxaqueca, estado febril sem alteração nos sinais vitais, resfriados e viroses sem alteração nos sinais vitais, dor leve náusea e tontura. Com as intervenções, o número de consultórios disponíveis para atendimento será menor nesta fase da obra. Para atendimento, a Secretaria de Saúde orienta os usuários a se dirigirem às Unidade Básicas de Saúde (UBSs) de referência da sua região.
Os pacientes de classificação de risco laranja/vermelho, em que se encaixam casos de trauma cranioencefálico grave, estado mental alterado ou coma, desconforto respiratório grave, crises convulsivas (inclusive pós-crise), parada cardiorrespiratória e hemorragias não controláveis, serão acolhidos pela equipe de triagem e avaliados pelo médico plantonista. O usuário será estabilizado e, havendo vaga disponível na unidade, internado. Caso não haja, o médico plantonista fará contato com a regulação do Samu para que o usuário seja regulado e transferido para outra unidade de urgência.
Reforma
A terceira etapa da obra consistirá nas maiores mudanças estruturais do prédio. A nova Regional Leste passará a contar, por exemplo, com classificação de risco e enfermaria exclusiva para pediatria, novo posto de enfermagem, mais consultórios, novas salas (para casos que se enquadram no risco vermelho e laranja/amarelo) e banheiros adaptados, conforme normas de acessibilidade.
As duas primeiras etapas consistiram na troca total do telhado, cuja altura não era uniforme, o que favorecia vazamentos e mofo, e abertura de espaço para novas janelas no segundo pavimento, onde funciona a parte administrativa da unidade. O prédio tinha pouca ventilação no segundo piso, por conta do modelo antigo das janelas. Segundo a Saúde, ambos os problemas já foram corrigidos nesses dois primeiros momentos da obra.

