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Empresário é suspeito de participar de venda de madeira ilegal

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Atualizada às 19h55

Um empresário de Juiz de Fora, que não teve nome e idade divulgados, é apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos braços de um esquema de venda ilegal de madeira clandestina. A operação, batizada de "Términa II", foi deflagrada pela PF do Pará e teve desdobramentos em Juiz de Fora e em municípios do Pará e do Mato Grosso. Segundo o delegado-chefe da Polícia Federal de Juiz de Fora, Claudio Dornelas, agentes da cidade cumpriram um mandado de condução coercitiva em um condomínio na Zona Sul, onde mora o suspeito. 

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Dornelas esclareceu que há indícios de que o homem fazia a intermediação entre os vendedores e os compradores da madeira. Ele foi levado para a delegacia, prestou depoimento e foi liberado. De acordo com informações da assessoria de comunicação da Polícia Federal, o objetivo da manobra foi "desarticular uma organização criminosa que vem extraindo, de forma clandestina, madeira de áreas protegidas, bem como burlando os sistemas de controles ambientais".

Segundo a PF, o grupo é investigado há um ano e atuava fraudando a obtenção e comercialização de créditos florestais. Entre os alvos da operação estão três servidores da Secretaria de Estado da Fazenda do Pará e outros dois da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, além de empresários do ramo madeireiro. Foram cumpridos ontem 44 mandados, deferidos pela 9º Vara Federal de Belém, especializada em crimes ambientais. Cento e quarenta policiais federais, lotados no Pará, Mato Grosso, Amazonas e Minas Gerais, participaram da ação. Até o fechamento desta edição, não havia informações sobre o número de prisões.  

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