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Ameaça de suicídio mobiliza PM

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Viaturas da PM e do Samu foram empenhadas
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Viaturas da PM e do Samu foram empenhadas

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Um homem de 42 anos chamou a atenção da Polícia Militar e de diversos curiosos, na tarde desta quinta-feira (06), no Bairro Alto dos Passos, na Zona Sul. Com uma faca em punho, ele ficou na varanda do 2º andar de um prédio ameaçando cometer suicídio, caso alguém tentasse resgatá-lo. Até o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da PM foi acionado, resultando em cerca de duas horas e meia de negociação com o morador do apartamento. Por volta das 14h, o homem surgiu na varanda e começado a fazer ameaças com a faca na mão. A polícia foi acionada, deslocando cinco viaturas e cerca de 15 militares para o local. Uma ambulância do Samu também foi mobilizada e acompanhou todo o trabalho de negociação. A calçada na frente do prédio foi isolada com uma fita, impedindo a passagem de pedestres. Vizinhos e transeuntes se aglomeram no outro lado da rua para acompanhar o trabalho da PM. Em diversos momentos, o homem entrava e saia do apartamento, aparecendo na varanda, fazendo ameaças, inclusive com a faca no pescoço.

No início havia a suspeita de que houvesse mais alguém junto com ele, o que podia aumentar o risco no caso de uma investida policial. Entretanto, a PM teve a informação de que o residente do apartamento estava sozinho. A equipe do Gate entrou no prédio munida de escudos e outros equipamentos e, por volta da 17h, o homem decidiu descer. O ambulância do Samu se posicionou na porta da garagem do prédio, para receber o morador.

De acordo com o tenente da 3ª Companhia de Missões Especiais (CME), Robson Pagy, durante a conversa de convencimento do morador, ele teria relatado que a tentativa de autoextermínio era em razão de motivos passionais. Ele recebeu atendimento local do Samu e foi encaminhado para um hospital da rede particular. "Como se tratou do registro de uma tentativa de autoextermínio, que não é considerado crime, não cabia a prisão do homem", explicou o tenente Pagy. O subtenente do Gate, Webert Marques, que atuou como o negociador, contou que, num primeiro momento, o homem apresentou aversão à presença policial, mas por meio do diálogo, desistiu do intento. "Ele aceitou sair do apartamento e não teve resistência", ressaltou o militar.

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