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Quedas de veículos no Paraibuna reacendem debate sobre radares

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Em menos de uma semana, dois carros caíram no Rio Paraibuna em pontos diferentes da Avenida Brasil. O último caso aconteceu na manhã de segunda-feira (2), quando um Monza ficou parcialmente submerso no curso d’água, na altura do Bairro Araújo, Zona Norte. A queda do outro carro, um Fiat Uno, foi registrada na madrugada do dia 30 de agosto na região central. Os acidentes levantaram discussão sobre a eficácia dos radares na Avenida Brasil e a necessidade novos pontos. Conforme a Settra, em toda a extensão da via existem apenas dois equipamentos ativos: um na região próxima ao Bairro Santa Tereza, Zona Sudeste, e outro no Bairro Cerâmica, Zona Norte. "O excesso de velocidade, nem sempre, é causa determinante para que um carro caia no rio, mas é uma condição que pode agravar a queda", pondera a subsecretária Operacional de Transporte e Trânsito da Settra, Izamari Machado. Para ela, outros fatores como pista molhada ou com óleo, além de falhas mecânicas no automóvel, podem contribuir para um acidente deste tipo.

Segundo a subsecretária, até o próximo mês, a Avenida Brasil deve receber outros quatro pontos de radar que, além de fiscalizarem a velocidade, irão verificar outras infrações de trânsito, como avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres. Os equipamentos serão instalados nos cruzamentos com as ruas Benjamin Constant e Marechal Setembrino de Carvalho, e com as avenidas Rio Branco e Rui Barbosa. Os outros já em autuação serão mantidos. Já nos dois locais onde foram registradas as quedas de veículos no curso d’água, a Settra informa que não há previsão para a instalação de equipamentos para monitoramento de velocidade.

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