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Monja Budista norte-americana faz palestra em Juiz de Fora

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Monja fará palestras gratuitas, com inscrições feitas na hora, na quarta e na quinta-feira 
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Em sua passagem pelo Brasil, a monja budista e ativista social feminista Karma Lekshe Tsomo visita Juiz de Fora para palestrar sobre temas indispensáveis para a evolução social e humana. Nesta quarta (6), a monja, que é também professora e pesquisadora da Universidade de San Diego e estudiosa de Ciência da Religião, reflete sobre A Realidade Incontornável da Morte e o Morrer às 19h no auditório do Centro de Ensino Superior (CES/JF). Na quinta (7), às 18h30, Tsomo visita o Instituto de Ciências Humanas (ICH/UFJF) e coloca em pauta o debate sobre Mulheres, Compaixão e Justiça Social.

O ciclo de palestras é organizado e mediado pelo Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEEB), cuja linha de estudo é muita próxima ao Budismo estudado por Tsomo. A ativista tem sido emissária para a expansão desses debates em diversos CEEBs espalhados pelo Brasil, abordando, principalmente, a questão da participação e da pouca representatividade da mulher no budismo. O empoderamento feminino tem sido frequentemente debatido dentro da filosofia budista e, principalmente, por monjas budistas que, ao levantarem essa bandeira, lutam contra a estrutura patriarcal que sustenta, também, a base da religião.

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As palestras em Juiz de Fora são gratuitas e as inscrições serão feitas na hora. A quem quiser, no encontro que acontece no CES, é possível fazer uma contribuição de R$ 20 para colaborar com as despesas de viagem da monja até Juiz de Fora.

Trajetória

Karma Lekshe Tsomo, especialista em estudos budistas, leciona na Universidade de San Diego desde 2000. Ela oferece aulas de pensamento budista e cultura, religiões mundiais, ética religiosa comparada, identidade religiosa e política na comunidade global e negociação de diversidade religiosa na Índia. Seus interesses de pesquisa incluem mulheres no budismo, morte e morrer, ética feminista budista, budismo e bioética, religião e política, ética social budista e transnacionalismo budista. Ela é co-fundadora da Sakyadhita International Association of Buddhist Women, diretora e fundadora da Fundação Jamyang, um projeto educacional inovador para mulheres em países em desenvolvimento, com 15 escolas no Himalaia indiano, Bangladesh e Laos.

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