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Cidade ganha plano de proteção animal

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Autoridades participaram de solenidade de apresentação do documento
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Autoridades participaram de solenidade de apresentação do documento

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O primeiro Plano Municipal de Política de Proteção Animal de Juiz de Fora foi lançado nesta terça-feira (04), com sete metas, incluindo o controle populacional de cães e a inserção de vídeos educativos em salas de espera de Uaps e UPAs. Mais de cem pessoas, entre autoridades, representantes de ONG’s de proteção animal e resgatadores independentes participaram da solenidade de apresentação do documento, no Auditório do Banco do Brasil, no Calçadão da Halfeld, e assinaram o protocolo de intenções. Segundo o secretário de Governo, José Sóter de Figueirôa, na medida em que as iniciativas forem realizadas, serão retiradas do plano e outras vão ser incluídas.

A reestruturação do Canil Municipal, hoje sob a responsabilidade do Demlurb, é outra meta do plano. A ideia é a migração da gestão para a Secretaria de Saúde, que seria compartilhada com Secretarias de Governo e entidades da sociedade civil organizada. Durante a solenidade, o prefeito Bruno Siqueira cogitou, inclusive, a possibilidade de mudança do canil, instalado em Nova Benfica, na Zona Norte. Outras ações previstas são a realização de campanhas educativas de adoção; a criação de mecanismos de combate à venda irregular de animais; o estímulo à realização de feiras de adoção em eventos públicos da Prefeitura e a realização de campanhas de combate à tortura e aos maus-tratos.

Para o controle populacional de cães, além do programa de castração, que já vem sendo realizado, serão distribuídas onze mil cartilhas educativa nas 101 escolas municipais da cidade. A distribuição começará pela Zona Sudeste, onde o problema estaria mais crítico. A entrega nos colégios será realizada por atores que interpretarão os personagens principais da cartilha: a gata Mia e a cadela Nina.

Para o presidente da ONG Aliança Juizdeforana pela Defesa dos Animais, Antônio José Novaes Vieira, a iniciativa foi importante, visto que muitas outras cidades brasileiras já têm planos de proteção aos animais. "Nós estávamos muito atrasados." Entretanto, para ele, as iniciativas não vão proporcionar uma melhora imediata. "O reflexo será visto somente daqui a uns cinco anos".

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