Cerca de 20 mil estudantes iniciam o período letivo na UFJF nesta segunda-feira. Segundo informações da instituição, são em torno de 2.500 calouros e 18 mil veteranos. As aulas do primeiro semestre seguem em Juiz de Fora até 5 de agosto. Já o campus avançado de Governador Valadares cumpre calendário diferente, e os alunos ainda estão tendo atividades referentes ao segundo semestre de 2015. No campus avançado, as aulas do primeiro período de 2016 só começam no dia 16 de maio, com término em meados de setembro. Os trotes continuam proibidos na instituição.
Em Juiz de Fora, os estudantes serão recepcionados com apresentações musicais, que acontecem durante todo o dia. Uma das atrações é o Trio Brasilidades, que acolherá os alunos com música instrumental. A apresentação será das 7h30 às 8h30 e das 18h30 às 19h30 no ponto de ônibus em frente à Faculdade de Letras. Também tocará para os estudantes a banda de rock, post-grunge e punk Coroña, com apresentação das 7h30 às 8h30 e das 18h30 às 19h30 no ponto de ônibus em frente à Faculdade do Direito. Para aqueles que ingressam na instituição, um guia rápido para calouros sobre o que fazer nestes primeiros dias está disponível no Portal do Estudante, no endereço http://www.ufjf.br/noticias/2016/03/30/primeiros-passos-para-calouros/
Em relação aos trotes, a UFJF reiterou a proibição da prática e de todas as formas de coação, ofensa, exposição e agressão aos calouros dentro dos limites do campus. Conforme a instituição, ninguém pode ser obrigado e nem deve participar de atividades relacionadas a trotes. De acordo com o regimento geral da universidade, os alunos responsáveis por práticas abusivas dentro da instituição estão sujeitos a sanções disciplinares, como advertência, suspensão e até mesmo o desligamento da universidade. Os estudantes que se sentirem coagidos, agredidos ou lesados podem denunciar o fato à Central de Atendimento e à Ouvidoria da UFJF, que funcionam no prédio da Reitoria, no campus Juiz de Fora. As denúncias podem ser feitas pelos estudantes ou pelos seus familiares. As queixas são mantidas no anonimato.
