Ícone do site Tribuna de Minas

Venda de flores e velas ainda é fraca na véspera do Dia de Finados

finados capa
flores11
Principais cemitérios da cidade têm baixo movimento na manhã de quinta-feira (1º) (Foto: Olavo Prazeres)
PUBLICIDADE

Embora a expectativa da Arquidiocese de Juiz de Fora para o feriado de Finados, que acontece nesta sexta-feira (2), seja da visita de mais de 30 mil pessoas nos dois principais cemitérios da cidade – o Municipal e o Parque da Saudade -, o movimento foi tímido na manhã desta quinta-feira (1°). Tradicionalmente, familiares e amigos aproveitam a véspera, mais tranqüila, para levar flores, velas e fazer orações pelos entes queridos.

Floricultores que estavam no Cemitério Municipal informam que as vendas estão enfraquecidas. O comerciante Edmilson Luiz Vieira chegou cedo, às 6h, mas até ao final da manhã não havia vendido mais que R$ 100. “Tenho a impressão que movimento e as vendas de flores vêm diminuindo ano a ano. No ano passado, já não foi bom, tive que jogar muitas flores fora. Eu espero que esse ano melhore, mas acho que pelo feriado cair na sexta-feira, as pessoas desanimam de vir. Quando o feriado cai na segunda, tenho a impressão que o movimento é melhor, as pessoas emendam o final de semana e acabam vindo”, opina.

PUBLICIDADE

A situação também não é diferente para o vendedor de flores e velas Paulo Moreno de Andrade. Há dois anos, ele vai ao Cemitério Municipal, na véspera e no Dia de Finados, tentar aquecer a venda de seus produtos. No ano passado, conta ele, “as vendas foram baixas, assim como neste primeiro dia”. Até o final da manhã, Paulo havia vendido cerca de R$ 200 em flores, que custam entre R$ 8 e R$ 15, e velas, R$ 5 o maço.

No Cemitério Parque da Saudade, algumas poucas pessoas visitavam túmulos e carregavam arranjos de flores, na manhã desta quinta. As irmãs Ana Maria Lauriano Machado, Geni Macedo Ferreira e Marta Lauriano de Oliveira foram juntas visitar as lápides do pais, irmão e cunhada. Elas contam que geralmente costumam ir todos os anos no local para levar flores e fazer orações em memória da família. “Na época em que minha mãe era viva, ela costumava a vir aqui na data colocar algumas flores para meu pai. Agora, a gente costuma vir para colocar para eles, como ela nos ensinou”, conta Geni.

 

Sair da versão mobile