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Furto em central na Vila Olavo Costa afeta 15 mil

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Cerca de 15 mil clientes de uma operadora de telefonia móvel tiveram o sinal do serviço interrompido após o furto e depredação de uma central de antena na Vila Olavo Costa, Zona Sudeste. Três suspeitos, de 23, 30 e 38 anos, foram presos, na tarde desta terça-feira (1), pela Polícia Civil. O crime teria sido realizado no último domingo, quando o local, que fica em uma parte alta do bairro, foi invadido, sendo levados rádios de transmissão, retificadores e tijolos, que estavam sendo utilizados na construção de um muro, justamente para evitar vandalismo. No mesmo dia, os danos causados pela ação criminosa interromperam o sinal de telefonia nos bairros Bom Pastor e Graminha, na Zona Sul, vizinhos à Vila Olavo Costa. O serviço foi restabelecido 12 horas depois.

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De acordo com o titular da 6ª Delegacia de Distrital (6ªDD), Carlos Eduardo Rodrigues, o caso começou a ser investigado na manhã de segunda-feira, culminando com a prisão de dois homens, que seriam responsáveis pelo furto, e de mais um, o mais velho, pela receptação do material. Suportes que dão sustentação à antena de telefonia móvel, além de tijolos, foram encontrados pelos investigadores em um galpão, onde o trio foi localizado, na Rua Padre Aloísio Jorgler, próximo ao "Paredão", local conhecido pela intensa circulação de usuários de drogas.

Na casa do suspeito de 23 anos, os investigadores localizaram um pedaço de cabo, que serve de alimentação para o equipamento que foi furtado. Os suspeitos foram conduzidos para a delegacia de Polícia Civil, em Santa Terezinha, onde, até o fim desta edição, estava sendo lavrado o flagrante. Entretanto, o delegado afirmou que todos seriam autuados pelo crime de receptação, uma vez que estavam de posse do material supostamente furtado.

De acordo com o supervisor de segurança da operadora de telefonia, Jorge Aleixo, os casos de vandalismo e furtos vinham se multiplicando no local. Tanto que já estava em construção um muro, de cerca de três metros de altura, para conter as ocorrências. Ele alegou que ainda era impossível estimar o prejuízo financeiro provocado pelo furto e pela depredação, mas avaliou que, em um raio de cerca de um quilômetro da antena, todas as pessoas que tentaram usar o celular não conseguiram, devido à interrupção do serviço.

 

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